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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

De vento em popa

31.10.18
      As infernais grelhas são um modo de vida no tratamento da informação escolar. A coisa já não se intensifica apenas nos finais de período. Começa nas tais intercalares com um registo info-excluído traduzido em ficheiros excel e word. A escola actual é, realmente e em modo crescente, uma organização que adoece os professores.

professores: entre a mediatização e a "fuga"

21.10.18
   A mediatização da carreira dos professores continua infernal. Do orçamento aos estudos, nada escapa ao "arremesso ao professor". Ter 40 anos de descontos com 60 anos de idade, uma impossibilidade para a maioria dos professores, foi o limite mínimo para eliminar o corte do factor de sustentabilidade nas reformas antecipadas. Não se percebeu se a declaração foi além orçamento e só para a segurança social, mas os sinais de alerta ecoaram de imediato por se reconhecer ao (...)

localizar aprendizagens essenciais?!

09.09.18
   Decorre mais uma tentativa de institucionalizar a antiga interdisciplinaridade. Não há nada de novo, nem sequer no universo vocabular. Há quase um século que a "escola" percebeu essa necessidade. Se compararmos com as recentes "reformas" anteriores - 1992 (área-escola) ou 1998 (área de projecto) - esta é menos "ousada" por receios financeiros. Esperava-se que se aprendesse com as componentes críticas anteriores: hiperburocracia, consubstanciada em inutilidades (...)

"Metade dos professores com sinais "preocupantes" de exaustão emocional"

07.07.18
   Usei alguns argumentos num post recente. Sabia-se deste caso de saúde pública, mas "metade dos professores com sinais "preocupantes" de exaustão emocional" ultrapassa os limites. Há muito que se concluiu da responsabilidade das denominadas "Novas Políticas de Gestão Pública" (perpetradas desde 2006, com sinais desde 2003, e que os países europeus sensatos nem quiseram ouvir falar) agravadas pelo radicalismo que a troika facilitou. A desconfiança nos professores tomou (...)

dos valores altíssimos no burnout dos professores

04.07.18
   E lá concluiremos que tudo começou com os professores titulares, com as inutilidades horárias, com a avaliação do desempenho (o pesadelo acordou com as progressões), com a hiperburocracia, com os horários ao minuto, com o inferno da medição, com os contratados eternos, com os concursos injustos, com os alunos por turma, com os horários zero, com o "cliente escolar tem sempre razão", com a escola a tempo inteiro a eito e com o aumento da idade da reforma. Mas, e acima de (...)