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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

professores descrentes, agastados ou radicalizados

06.10.18
   A generalidade dos professores está descrente, agastada ou radicalizada. Como alguém disse, "só os alunos dão ânimo aos professores". Há mais de uma década que é assim. A mediatização abre com greves, manifestações, vigílias ou protestos pontuais e é intervalada por analistas, jornalistas, comentadores, tudólogos e dirigentes políticos que se entretêm no "arremesso ao professor". Quando se prova que mentiram, nada é reposto. É uma devassa inigualável.Até quem (...)

da saga "vencê-los pelo cansaço"

01.10.18
      Dá ideia que a negociação do orçamento passa por um aumento simbólico dos funcionários públicos. Será assim porque é ano eleitoral. O orçamento tem que ser aprovado e os cálculos eleitorais estão ao rubro. A oportunista oposição está à espreita. É demasiado mais do mesmo. Os funcionários públicos não mereciam mais este ónus junto do bullshit mediático. Entretanto, 

Não foram os professores

11.06.18
      O Estado, e muito bem, considerou alguns grupos profissionais como corpos especiais da função pública. Professores, Magistrados, Militares e Polícias têm carreiras com regimes próprios, mas que respeitam a lei geral da administração central. Se olharmos para os grupos escolhidos, percebemos as especificidades e o desgaste a que estão sujeitos. Até pelo exposto, políticos e comentadores associados deveriam informar-se antes de opinarem sobre os conteúdos das carreiras.

da confirmação de fenómenos

16.05.18
   Harry Frankfurt publicou "On bullshit" em 2005. Apesar do crescimento do fenómeno, não existiam, disse o filósofo americano, estudos profundos sobre o tema. Não havia sequer uma teoria geral, o que era paradoxal considerando a sua ubiquidade. O fenómeno era, para Harry Frankfurt, uma ameaça mais insidiosa para a verdade do que a mentira, já que não tinha que se preocupar com o rigor. Mas mais: o bullshit era objecto de uma estranha tolerância, enquanto que a mentira (...)

Do mundo mediático e dos professores

20.11.17
    Os professores são muitos (57% da administração central), ficam mais à mão em termos financeiros e ponto final; o resto é ruído. O Governo excluiu os professores e estes reagiram. Um Governo democrático negoceia, corrige e procura uma solução digna enquadrada na política financeira e orçamental. Os professores (99 mil do quadro contra 145 mil em 2006) estão no lugar cimeiro dos cortes na administração pública. Não reivindicam 9 mil milhões de retroactivos, quantia (...)

E é isto

26.05.17
   Entrei na sala, para uma acção de formação sobre avaliação, e vi uma fotografia repetida em cima de cada mesa com a seguinte imagem: um rapaz a abraçar uma árvore. O formador solicitou a um porta-voz por grupo que enunciasse as conclusões após uns minutos de análise. Desde o amor pela natureza a uma genética abençoada, foi um rol de virtudes. O formador sentenciou: um rapaz a abraçar uma árvore e ponto final. Não voltei a encontrar um modo tão significativo de (...)