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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Da Política Contemporânea

05.08.21
Li, em tempos, no “Público”, numa interessante rubrica intitulada “"o discurso que nunca foi feito"”, um texto escrito de Gonçalo M Tavares intitulado "“sobre a politica contemporânea”". Escreveu duas epígrafes, uma de Harold Brodkey e outra de José Bragança de Miranda. A de José Bragança de Miranda diz assim: "“Sendo a politica um agir livre, tudo pode recomeçar, mas não de qualquer maneira nem em qualquer lugar"”. "“Tentando ultrapassar a espuma dos dias e ir (...)

Ter Vivido

04.08.21
  "(...)A certa altura, a jornalista pergunta a Bragança de Miranda se ele nunca quis ser artista. O entrevistado diz uma série de coisas sobre o seu percurso pessoal e profissional e termina assim: "Felizmente, veio a Revolução que acabou com todas essas ilusões." Porquê, diz a jornalista?: "Porque a Revolução era bem mais importante. E foi um momento fantástico que só quem o viveu pode verdadeiramente perceber. Quem não teve a sorte de ter vivido o 25 de Abril tem que se (...)

A Escola e a Política Contemporânea

17.08.20
A manipulação informativa na política teve um auge com o inesquecível ministro da informação do Iraque no derradeiro governo de Sadam; mas fez escola e a governação nas democracias não é alheia ao fenómeno. Já nem se questiona mudar o que é estrutural; é suficiente manipular com ênfase o discurso na realização do óbvio. Li, em tempos, no “Público”, numa interessante rubrica intitulada “"o discurso que nunca foi feito"”, um texto escrito de Gonçalo M Tavares intitulado "“ (...)

Política Contemporânea

04.09.19
  Li, em tempos, no “Público”, numa interessante rubrica intitulada “"o discurso que nunca foi feito"”, um texto escrito de Gonçalo M Tavares intitulado "“sobre a politica contemporânea”". Escreveu duas epígrafes, uma de Harold Brodkey e outra de José Bragança de Miranda. A de José Bragança de Miranda diz assim: "“Sendo a politica um agir livre, tudo pode recomeçar, mas não de qualquer maneira nem em qualquer lugar"”. "“Tentando ultrapassar a espuma dos dias e ir (...)

Sorte

18.07.19
    "(...)A certa altura, a jornalista pergunta a Bragança de Miranda se ele nunca quis ser artista. O entrevistado diz uma série de coisas sobre o seu percurso pessoal e profissional e termina assim: "Felizmente, veio a Revolução que acabou com todas essas ilusões." Porquê, diz a jornalista?: "Porque a Revolução era bem mais importante. E foi um momento fantástico que só quem o viveu pode verdadeiramente perceber. Quem não teve a sorte de ter vivido o 25 de Abril tem que se (...)

Também do estado da Europa

24.11.18
        "Que o caos está presente em tudo é uma descoberta grega que se torna arrepiante quando se descobre que, em vez de estar no início, está dentro de todas as coisas, mesmo aquelas que fazemos para nossa segurança."  José B. de Miranda, Queda sem fim. 

partir da experiência

20.01.18
      “Para isso é preciso partir da experiência, não daquela que se confunde com o precipitado do “real” na memória dos indivíduos, mas da experiência que está cristalizada no estado de coisas existentes.”       Miranda, J. (1997:32). Política e modernidade. Linguagem e violência na cultura contemporânea. Lisboa: Edições Colibri  

a certa altura

19.01.18
      "(...)A certa altura, a jornalista pergunta a Bragança de Miranda se ele nunca quis ser artista. O entrevistado diz uma série de coisas sobre o seu percurso pessoal e profissional e termina assim: "Felizmente, veio a Revolução que acabou com todas essas ilusões." Porquê, diz a jornalista?: "Porque a Revolução era bem mais importante. E foi um momento fantástico que só quem o viveu pode verdadeiramente perceber. Quem não teve a sorte de ter vivido o 25 de Abril tem que (...)

década e meia de revolução neoliberal (da série: repetir coisas óbvias)

27.05.17
      A propósito da revolução que a presença da troika destapou, recorda-se os teóricos da simcult: a revolução, na actualidade, pode ser tão rápida que nem damos conta. Há sinais da contra-revolução? Há sempre sinais; até existiram alguns, mas não sobreviveram. Nunca se sabe se uma contra-revolução será tranquila, mas espera-se que sim e igualmente (...)

mais pelas palavras

30.01.17
      No tempo em que não havia google nem sequer internet, e considerando a informação preciosa que se perdia, dediquei-me à construção de bases de dados para alguns assuntos. A dos "ficheiros secretos" tem entradas com resumos de conferências. Andava à procura das questões que apresentei a Eduardo Prado Coelho e encontrei as que coloquei a Bragança de Miranda na conferência sobre corporeidade (estiveram lá os dois) em 7 de Novembro de 1997, na Cruz Quebrada. Regre (...)