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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Indecente

13.05.19
  É indecente que se continue a colocar em patamares diferentes a injecção financeira nos bancos e a recuperação do tempo de serviço dos professores. Sublinhe-se que as duas rubricas entram no OE: contribuem para o défice e financiam-se nos impostos. Depois, não me parece que se possa confiar nos banqueiros e nos grandes empresários como se confia financeiramente nos professores que pagam impostos pontualmente e sem mácula. Para além disso, somos o único país que continua (...)

Por Esclarecer

11.03.19
      Continua por esclarecer no Novo Banco (e, obviamente, nos restantes) o seguinte exemplo (imaginário): um activo imobiliário foi escriturado em 2006 por 10 milhões. Só se considera o valor executável quando o banco o vender. Imaginemos que foi vendido hoje por 4 milhões. Os 6 milhões de diferença são considerados imparidades e são suportados pelos tais empréstimos dos contribuintes a 30 anos. Imaginemos que amanhã é comprado por 9 milhões. Os 5 milhões de ganhos (...)

A Questão do Copo

20.02.19
      Tenho ideia que os bancos já "resolveram" a crise de 2007, com excepção de Portugal. Estamos atrasados e será grave se surgir uma nova crise. Por outro lado, não há muita confiança no sistema bancário mundial. No caso português, ainda ontem ouvi o governador do BdP dizer o contrário porque as pessoas mantêm os depósitos na banca; não percebi: queria que usassem o colchão para significar desconfiança?

Onde Estão?

23.01.19
      De 2007 a 2015, o financiamento à banca (BPN, BES Novo Banco e BANIF), custou (fonte BdP) 12.600 milhões ao défice orçamental e 20.000 milhões à dívida pública. Aguardam-se os dados até ao início de 2019, mas é público que a CGD custou cerca 4.000 milhões em 2016 e 3.000 milhões em 2017. Também é seguro afirmar que os bancos valem cerca de 20% do valor injectado. É importante conhecer devedores, mas é curial recuperar capital. E com o que vamos vendo, e (...)

conhecer a lista de devedores?

17.04.18
      É fundamental, é até o mínimo, que se conheça a lista dos grandes devedores à banca. E não apenas da CGD: que se divulgue a do Novo Banco, e dos outros bancos, claro, e que se saiba quem autorizou o desvario que não paramos de pagar. Será que os devedores já contraíram novos e avultados empréstimos?