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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Os 5 minutos escolares e os "Maluquinhos de Arroios" (2)

26.10.22
A profissão de professor é, de longe, a mais escrutinada em Portugal. Até o verniz da bancocracia estalar de vez, era a culpada pelo estado da nação. A devassa permitiu tudo. Uma hora escolar foi de 50 minutos durante décadas. No final do milénio passado, a duração passou para 45 ou 90. Ou seja: a redução de 50 para 45 originou um imbróglio lusitano de 5 minutos (já vai quase em 20 (...)

Mas Isto Não Tem Fim?

30.07.20
Há pouco mais de uma década, o movimento "Compromisso Portugal" era assíduo nos OCS defendendo a elevação moral da elite financeira que governava os bancos e as empresas associadas. Tinha também o tal discurso do "povo viver acima das possibilidades" e era particularmente incisivo contra os professores e a escola pública. Um dos seus mentores chegou a propor a redução para metade do número de professores e o aumento da carga lectiva para 45 horas semanais. Começaram a (...)

Se A Greve de 31 de Janeiro Foi para Cumprir Calendário, Proponho Já a Próxima: a da Imagem!

02.02.20
  Se a greve de 31 de Janeiro foi para cumprir calendário, proponho já a próxima: a da imagem. Às tantas, terá a mesma eficácia. Três notas: 1. Se não se diz presente nas greves, os governos usam o argumento do "nem protestam". Compreendo a dificuldade de alguns sindicatos, numa época de crise do sindicalismo orgânico (por este caminho, não tarda e é de tudo o que é orgânico). São, infelizmente, cada vez mais longínquos os tempos de sincera negociação antes e após (...)

Querem Ver

23.01.20
Querem ver que, na sequência do Luanda Leaks, os contribuintes portugueses vão ser novamente convocados ao gesto patriótico de oxigenar as finanças a exemplo do BPN, BCP, BANIF, CGD, BES, Novo Banco e por aí fora.

Do Óbvio

31.10.19
  Sem a recapitalização do Novo Banco havia superávit de 0,3% do PIB. E depois a culpa é sempre dos professores, porque são muitos, embora o discurso teime, e teimará, na "ausência" da meritocracia.

Indecente

13.05.19
  É indecente que se continue a colocar em patamares diferentes a injecção financeira nos bancos e a recuperação do tempo de serviço dos professores. Sublinhe-se que as duas rubricas entram no OE: contribuem para o défice e financiam-se nos impostos. Depois, não me parece que se possa confiar nos banqueiros e nos grandes empresários como se confia financeiramente nos professores que pagam impostos pontualmente e sem mácula. Para além disso, somos o único país que continua (...)