Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Como é que tinha acabado, e há muito, a diabólica avaliação dos professores?

09.10.25, Paulo Prudêncio
  Pelo blogue em 9 de Outubro de 2025. Título: Como é que tinha acabado, e há muito, a diabólica avaliação dos professores? Texto: Antes do mais, não se compreende porque é que não se suspende o decreto regulamentar da avaliação de professores. Se o actual ministro da educação disse que tinha dificuldade em encontrar adjectivos para classificar o que existe, e voltou recentemente a advogar o fim das quotas, então suspenda-se de imediato e não se adoeça mais pessoas nem (...)

Os professores e a enésima reforma do Estado

19.06.25, Paulo Prudêncio
Se na enésima reforma do Estado a ideia fosse fazer uma justiça histórica na destruída carreira dos professores, só colocando cada professor no escalão correspondente ao tempo de serviço prestado. Ninguém seria prejudicado e dar-se-ia um passo histórico e efectivo numa encruzilhada administrativa calamitosa, em que cada professor é um caso com histórias de injustiças, ultrapassagens, esquecimentos e sonegações. De facto, a destruída carreira dos professores é um labirinto (...)

Avaliação de professores - Texto de Mário Silva

19.06.25, Paulo Prudêncio
Avaliação de professores - Texto de Mário Silva "Este mês é a época da aplicação da ADD (Avaliação da Desmotivação) nas escolas, com as SAD a reunir informalmente para distribuir as quotas de mérito, com base em critérios ‘achistas’ e de informação de bastidores, com inquéritos informais a docentes sobre opiniões de desempenho dos colegas. A todos os docentes e direções envolvidos no processo, uma reflexão: 75% dos docentes avaliados não têm mérito; se estes (...)

Como é que tinha acabado, e há muito, a diabólica avaliação dos professores?

10.10.24, Paulo Prudêncio
Antes do mais, não se compreende porque é que não se suspende o decreto regulamentar da avaliação de professores. Se é o próprio ministro da educação que tem dificuldade em encontrar adjectivos para classificar o que existe e advoga o seu fim, então suspenda-se de imediato e não se adoeça mais pessoas nem se estimule mais desistências. Aliás, se em todos os escalões (com excepção do último, obviamente) tivessem existido vagas e, naturalmente, quotas, esta farsa (...)