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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

ecologia e analogia

13.05.17
      Saltar de uma obra literária para as notícias da actualidade transporta um sabor de continuidade. Mais ainda quando cruzamos páginas do "Submundo" da sociedade norte-americana do século passado (anos oitenta e noventa) com o passado recente português. Sabe-se, e que mais se saberá, que h (...)

quebrando o arco

26.07.16
          Algures em 2010, ouvia um grupo de amigos defensores da escola pública, e da democracia, a discutir em quem votar. No PS, obviamente e com razão, não podia ser. Tinha de ser à direita ou à esquerda dos socialistas. Percebia-se a inclinação à direita. O arco governativo era justamente diabolizado, mas o hábito sobrepunha-se. Alguém foi taxativo em jeito de aviso: será ainda pior. No caso dos professores, serão despedimentos em massa e precarização absoluta. (...)

as evidências sobre o estado lastimável dos concursos de professores

18.09.14
        Ainda há dias escrevi assim: "(...)À opção pela lista-graduada-sem-mais aplica-se o mesmo que à democracia em relação aos outros regimes:"a democracia é a pior forma de governo imaginável, à excepção de todas as outras". Mas isso seria uma derrota impensável para o arco que paira sobre a 5 de Outubro e a 24 de Julho e uma cedência aos (...)

do esmagamento da escola pública

10.09.14
        Os cortes na escola pública começaram com o Governo do "país de tanga" e não pararam. Durão Barroso deu corpo à agenda de "tudo está mal na escola pública" e uns sociólogos, acompanhados de eduqueses I e II (como é o caso de Crato), perpetraram uma engenharia social que os tornou estrelas financeiras para os ultraliberais onde se incluíram socialistas de terceira via, sociais-democratas desmemoriados ou com passagem oculta pelo BPN e afins e DDT´s. Crato foi (...)

o país está no pano verde?

20.08.14
        Não é recente a sensação de que o país está no pano verde. Os saldos no GES, mais propriamente no BES e nas empresas da saúde e dos seguros, deixam valores da comunidade à mercê do casino puro e duro. E convenhamos: os estados licenciaram os privados para o trio referido com base em dois pressupostos: geriam melhor, faziam mais com menos, portanto, e garantiam uma superioridade ética.   A exemplo dos "negócios" da água ou da luz, os denominados "pinga-pinga", (...)