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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

coisas que deviam ser óbvias

11.05.17
      Encontrei um professor, já reformado, com quem conversei muitas vezes sobre o modelo de gestão escolar de Maria de Lurdes Rodrigues. Discordávamos. Percebia que a sua argumentação obedecia à antiga militância partidária e ao consequente exercício de funções públicas. Defendia, por vezes com fervor, um Governo em queda acentuada. Reencontrei-o há dias. Continua no exercício político e integra um conselho geral de um mega-agrupamento na zona de Coimbra. A (...)

as excepções à direita (no discurso)

07.09.13
      Joaquim Azevedo fala sobre gestão escolar. Será que faria o que diz? Nuno Crato fez o contrário e Lurdes Rodrigues também (para ser franco, nem sabia o que a ex-ministra pensava) e os dirigentes do PS da área da Educação sempre se mostraram contrários à ideia que os governos de Sócrates acabaram por impor.     Nuno Crato ao minuto 9.20.    

constatações

31.05.13
          Encontrei um professor já reformado com quem conversei muitas vezes sobre o modelo de gestão escolar de Maria de Lurdes Rodrigues. Discordávamos, embora compreendesse que alguma da sua argumentação se fundamentava na militância partidária, já antiga, e no consequente exercício de funções publicas. Havia, digamos assim, a defesa de um Governo em queda acentuada.   Reencontrei-o há dias. Continua no exercício político, agora mais de âmbito local, e (...)

sem ilusões

28.05.13
      A rede escolar caminha para um mega-agrupamento por concelho e a consecução não estará tão longe como se imaginava recentemente. Quando muito, as grandes urbes fugirão a esse objectivo. A massa crítica docente não fez tudo o que devia para evitar essa tragédia.   Não é avisado realizar tudo isto com os instrumentos legais em vigor, uma vez que a gestão de proximidade, e a consequente liderança (não necessariamente unipessoal, como se comprova em comunidades (...)

parece uma coisa de gente ensandecida

17.04.13
        O MEC diz-se disponível para reduzir a componente lectiva dos professores que exercem cargos de coordenação e de direcção nas escolas uma vez que os mega-agrupamentos exigem disponibilidades para a gestão de proximidade que as direcções, com a lei em vigor, não conseguem cumprir.   É uma decisão justa.   Mas coloca-se de imediato outra questão: mas não foi exactamente por causa dessa redução que se agregou escolas? E não adianta argumentar com a necessidade de completar horários de professores em diversas escolas porque isso já se fez na (...)

do aumento do abandono escolar

16.04.13
          Apaguei inadvertidamente um comentário nest post assinado por Figueiredo que protestou para o email. Prometi voltar ao assunto. O erro é aceitável: ia apagar um comentário de publicidade oriunda da China e eliminei o anterior de forma irreversível.   O comentador discordava da associação entre os agrupamentos de escolas e o abandono escolar no seguinte parágrafo: "(...)T (...)

somos muitos?

09.04.13
        É frequente não sabermos quantos somos, mas começam a aparecer dados fiáveis. O número de professores do ensino não superior está nessa categoria e deve ser sublinhado.   Se a percentagem do PIB investido em Educação (3,8% em 2012) desceu para números de 1989, o número de professores do ensino não superior já vai em 1980 quando a frequência escolar era incomparavelmente mais (...)

mais 18

02.04.13
      Os mega-agrupamentos continuam a sua saga contra tudo e quase todos e uns indicadores macro, poupança dizem eles, fazem as delícias dos decisores do MEC. Mais cedo ou mais tarde (quanto mais tarde pior, como sempre) lá teremos de mudar, no mínimo, o modelo de gestão escolar. A configuração territorial das agregações vai assegurando um único dado a considerar: são escolas portuguesas.   Constituição de mega-agrupamentos chega ao fim com mais 18 novas unidades (...)