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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

repetindo o óbvio na disputa entre a gestão pública e a privada

06.09.14

 

 

 

Mas não há profissionais menos competentes no sector público? Claro que haverá. Essa não é sequer a questão dos últimos anos. A afirmação falaciosa consistia na elevação da gestão apenas por ser privada: fazia mais com menos e tinha o exclusivo da competência, da inovação e da ambição. Quando há uns poucos anos adivinhávamos a tragédia da desregulação da Educação na Suécia, éramos uns radicais ideológicos. Nesta altura, já são os próprios suecos que se "confessam decepcionados com a privatização da Educação".

 

A "desgraça" da bancocracia acentuou a falácia de que os privados geriam melhor e faziam mais com menos.

 

Claro que existem bons profissionais em ambos os sectores, mas a Educação, pelo seu carácter de longo prazo, não é aconselhável aos modelos empresariais. Em Portugal têm falido várias universidades privadas a par dos escândalos de privatização de lucros no não superior em cooperativas que precarizaram professores e outros profissionais.

 

Como sempre se suspeitou, os privados faziam mais com menos se não se considerasse a privatização de lucros, o atropelo aos mais elementares direitos laborais e a observação de resultados a médio e longo prazos.

 

 

 

 

 

 

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