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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

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da pedagogia e em busca do pensamento livre

4 comentários

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    Pedro

    27.04.20

    Entendo e concordo. Efetivamente mostra que a educação se parece reduzir a exames. No entanto, isso não afasta o problema. Não havendo condições para abrir agora as escolas, também não haverá em setembro. O que fazer então? Cancelar o próximo ano letivo? Ficar neste modelo de aulas à distância que - apesar das boas intenções e da dedicação - não são aulas adequadas [para não usar o conceito de justiça]? Temos de viver com o vírus. As escolas têm de abrir para voltarmos a uma "normalidade". Os exames são a menor das preocupações.
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    mario silva

    28.04.20

    Há umas semanas escrevi sobre o assunto: o risco de contágio em maio não será diferente do que em setembro ou dezembro. Portanto, este critério não seria o justificável para continuar o confinamento; o que está a ser feito tem um motivo simples: não 'entupir' os hospitais em pouco tempo, por causa da velocidade de contágio e rapidez do agravamento dos sintomas. A partir de setembro (ou até antes), esperam-se contágios mas também se espera que os hospitais estejam com pouca ocupação de camas, se for necessário.
    Também já falei muito sobre a hipocrisia curricular desta 'flexibilidade' que privilegia a avaliação formativa, mas depois o sistema está sempre a exigir os 'grelhados' da avaliação sumativa, da qual a expressão máxima são os exames nacionais padronizados (e logo, 'inflexíveis'...). O regresso é exclusivamente para operacionalizar o acesso à universidade, algo já revelado na greve aos exames há uns anos atrás...
    Felizmente, a provecta idade de muitos professores, faz com que tenham a experiência de vida suficiente para ignorar a doutrinação curricular contínua e serem pragmáticos, pelo menos no ensino secundário...
    Mas, provavelmente, pior do a gripe chinesa é a calamidade social que se abateu em muita gente, e que se prolongará por tempo indeterminado, levando a consequências inimagináveis, que pouco se tem falado publicamente, mas que se começa a sentir nas escolas com os pedidos de doação de bens essenciais...
    (e já nem falo na calamidade na carreira docente, porque é politicamente incorreto falar dela perante o cenário dantesco...)
  • Muito obrigado, Mário. Tinha no email um texto teu que queria publicar, mas com tanto email nos últimos tempos apaguei-o sem querer.
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