Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

7 comentários

  • Sem imagem de perfil

    João Pereira

    26.01.14

    Caro anónimo, se sabe de algum caso que envolva um estabelecimento público de educação, tem meios à sua disposição para fazer a sua denúncia.

    Se não tem, deixe de opinar, de forma camuflada, porque anónima, sobre aquilo que não sabe.

    Não são as Escolas Públicas que mereceram a atenção de mais de 100 agentes da Polícia Judiciária.

    Não foram as Escola Públicas que foram acusadas de múltiplas e contínuas ilegalidades.

    Não são os profissionais da Escola Pública que ostentam carros topo-de-gama, nem têm uma vida de luxo.

    Não são as Escolas Públicas que viram o seu nome associado a corrupção, branqueamento de capitais e enriquecimento ilícito.

    Há leis em Portugal, vivemos em democracia, que se cumpra a lei e que sejam punidos os criminosos.

    Repito: se sabe de algum caso, denuncie, mas faça-o de cabeça erguida, não se refugie no "anónimo"...
  • Sem imagem de perfil

    Elsa Oliveira

    29.01.14

    Ao contrário de outros, não me refugio no anonimato para comentar o seu "post"!
    Há um investigação em curso, então deixe que ela decorra e aguarde, como nós, tranquilamente as suas conclusões! Quando chegar a hora de as ler, espero que este blogue as escalpelize da mesma maneira, não esqueça que até prova em contrário, todos somos inocentes e como diz vivemos em democracia, logo o grupo GPS é inocente até prova em contrário!
    Vamos aguardar as conclusões do inquérito, não esqueça que isto é um inquérito, uma investigação e não faça disto um julgamento em praça pública, não achincalhe quem trabalha com afinco, é uma pessoa honrada e cumpridora das leis da sua invocada democracia!
    Deixe que a democracia aconteça e quando houver a conclusão do processo saiba aceitar as suas conclusões. Não continue a desconfiar da sua invocada democracia, confie na invocada justiça e investigação, nem que seja uma só vez!
    O nosso silêncio nunca foi um assumir de culpa, foi antes uma tentativa de elevação! Veja se desta vez não apaga o meu comentário do seu blogue e se, desta vez, deixa que ele seja um exercício do direito democrático à resposta!
    Relativamente aos nossos carros luxuosos que tanto o importunam, saiba que são fruto do nosso trabalho e esforço! Saiba que existimos para além da GPS, temos vidas próprias, fontes de rendimento próprias... E saiba, também, que não é em praça pública que temos de o esclarecer...
    Já agora é feio ser invejoso, ensinou-me a minha mãe rica em vários aspectos!
    Sim! Tenha a certeza sou professora no Colégio Rainha Dona Leonor!!
    Não, a sua direcção não me obrigou a escrever estas palavras!!! Elas são fruto da minha indignação contra quem fala sem nos conhecer, contra quem despeja as suas frustrações profissionais em que trabalha com prazer sem qualquer pejo.
    Elsa Oliveira
  • Francamente, não percebi.

    A Elsa Oliveira acompanha o blogue? A que post é que se está a referir? Qual foi o comentário que apaguei? Onde leu uma linha que eu tenha escrito que inclua o que refere?

    Tenho a impressão que está a fazer uma qualquer confusão.
  • Sem imagem de perfil

    Elsa Oliveira

    29.01.14

    Caro senhor,
    os blogues são públicos e como profissional do ensino tenho por hábito manter-me a par daquilo que a blogosfera comenta, sobretudo, se eles ao meu local de trabalho se referem.
    O meu comentário diz respeito ao post do Senhor João Pereira.
    Nem sequer é uma resposta, é um desabafo de quem só quer trabalhar sem ser importunado por comentários de quem não conhece o nosso trabalho e se limita a tentar denegri-lo em praça pública.
    Chega! Já disseram demais, já insultaram, já fingiram preocupação connosco, já nos apelidaram de tudo... Aguardem a conclusão da investigação e desta vez acreditem nela!
    E é claro que o senhor só se limita a publicar tudo o que encontra sobre nós, nunca a tecer comentários...
    Como administrador do blogue há de saber se alguma vez apagou algum comentário favorável à GPS...
    Obrigada pela sua resposta pronta.
  • Sem imagem de perfil

    João Pereira

    29.01.14

    A paciência que tu tens, Paulo Prudêncio, merece os meus (nossos) mais rasgados elogios.

    Confesso que ainda alinhavei uma resposta a quem tão abruptamente saiu em defesa da honra dos soldados maltratados, mas ia bater nas mesmas teclas: Verdade, Justiça, Rectidão de Carácter, ou seja, aquilo que queremos transmitir, todos os dias, aos nossos alunos.

    Valerá a pena?

    Sim, já sabemos, o Grupo GPS é inocente até prova em contrário...

    Sim, já sabemos que as centenas de notícias, denúncias e reportagens, ao longo dos últimos anos, apenas constituem um gigantesco esquema para denegrir a imagem dos colegas do particular (entendamo-nos, há muitos e bons profissionais no ensino privado, até no grupo GPS...).

    Sim, andamos todos a imaginar coisas esquisitas como a distribuição de turmas na rede escolar e sobre a verdadeira necessidade do dinheiro dos contribuintes servir interesses, no mínimo, duvidosos (ainda assim inocentes?).

    Sim, alguns de nós terão inveja, vejam só... Porque não têm 80 carros topo-de-gama na garagem do prédio ou porque, vejam só, não têm outros rendimentos além do salário miserável de funcionário público.

    Sim, a luta que os professores do ensino público encetaram em defesa dos seus direitos e de uma Escola ao serviço das populações, sem a mira no lucro ou numa posição poderosa na sociedade, é uma luta inglória.

    O que podemos nós fazer se, do outro lado, há verdadeiros profissionais, competentíssimos, entusiastas e livres para manifestarem a sua opinião?

    Quem somos nós, afinal, milhares de alunos depois, se não sabemos competir com os nossos colegas do privado, verdadeiros paladinos da verdade e da justiça?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, para nos atrevermos a colaborar com a Justiça e com os seus agentes?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, para nos atrevermos a não nos calarmos perante tanta hipocrisia, ignomínia e corrupção?

    Quem somos nós, Paulo Prudêncio, senão uma espécie em vias de extinção, neste maravilhoso mundo do Portugal contemporâneo, em que inocentes são vilipendiados continuamente na comunicação social?

    Enfim, Paulo Prudêncio, quem somos nós que percebemos que isto está como dizia o poeta:

    "Nenhum que use de seu poder bastante
    Pera servir a seu desejo feio,
    E que, por comprazer ao vulgo errante,
    Se muda em mais figuras que Proteio.
    Nem, Camenas, também cuideis que cante
    Quem, com hábito honesto e grave, veio
    Por contentar o Rei, no ofício novo,
    A despir e a roubar o pobre povo!"

    Bem-hajas e bem ajas, Paulo Prudêncio!
  • Comentar:

    Mais

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.