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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

na prática, serão duas décadas no congelador

07.10.17

 

 

 

 

O título do Público, "OE2018: professores, militares e polícias podem demorar mais tempo a progredir", é uma componente mediática da estratégia de distracção para atingir os do costume. Bagão Félix, sentado na 1ª fila da reabertura oficial da época de "arremesso à escola pública", sentenciou ao Expresso, OE2018:"(...)lamentando que o Estado esteja novamente a inchar(...)Há um setor em que devia haver poupança(...)Nasce-se muito menos e as escolas cada vez têm mais professores e pessoal?”(...)Há aqui um contrassenso, o problema da educação é um problema de defesa de interesses corporativos.(...)" Vamos lá centrar a discussão. Os professores, por serem muitos e por exerceram a sua actividade num objecto (escola pública) de confessada antipatia (para ser brando) para os governos do arco, foram a classe profissional mais atingida na administração pública. Os números são incontestáveis. Todos sabemos isso.

"Desapareceram" 42 mil professores (30%, o dobro da percentagem da redução de alunos 14%) de 2004 a 2015, em 2006 foram alvo de uma guerra - palavras do actual PM - decretada em conselho de ministros, a presença da troika, e da ideologia PàF, acentuou a queda e em 2017 as notícias acrescentam desconsiderações associadas às intocáveis, e incontáveis, malfeitorias anteriores - as financeiras e as outras -.

 

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