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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

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Fim do Ano Lectivo Presencial 19/20

Escola por TV é uma alternativa ocupacional menos má.

04.04.20

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Como se previa, divulgou-se hoje a possibilidade do ano lectivo presencial ter terminado. E antes de mais, importa sublinhar que a leccionação de novos conteúdos com a respectiva avaliação para todos os alunos só deverá ser considerada com aulas presenciais. Nesse sentido, e desde logo, percebe-se que nenhum aluno poderá ser prejudicado na sua avaliação com as actividades que decorrerem durante o ano escolar em curso. Por outro lado, é importante que se mantenham ligações que ajudem a ocupar o tempo para além da covid-19 e do isolamento social. Basta a pandemia para eliminar qualquer sinal de facilidade. Estamos num período de invulgar ansiedade e incerteza e em que as pessoas necessitam de boa informação. A solução de "leccionar o último período através de um ou mais canais de acesso universal da RTP, isto é, que estão na TDT (Televisão Digital Terrestre) que é gratuita, e outras plataformas da televisão pública", assegura a presença da escola na casa dos alunos sem questionar, como referiu a UNESCO, a sua privacidade. É uma alternativa ocupacional e formativa menos má do que "decretar" à pressa a "ligação à distância através da internet", apesar do conjunto de procedimentos organizacionais que exige. Para os alunos do ensino secundário, e considerando o acesso ao ensino superior, aplicar-se-ão soluções específicas com anúncio, e ao que tudo indica, no decorrer do mês de Abril e que terão de cumprir as regras de isolamento social.

Diz o Público que "Vem aí uma nova Telescola. Terá um outro nome e um formato distinto daquele que os estudantes conheceram a partir de 1965, mas será através da televisão que o Governo fará o ensino à distância chegar a um maior número de alunos, numa altura em que se torna claro que as aulas presenciais vão continuar suspensas durante o 3.º período por causa da pandemia de covid-19.(...)A nova Telescola vai destinar-se aos alunos do ensino básico, ou seja, até ao 9º ano. De fora fica o ensino secundário, para o qual na próxima semana serão anunciadas medidas específicas, sobretudo para os alunos do 11º e 12º ano, que têm exames nacionais agendados para a segunda metade de Junho."

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