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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

em que é que ficamos?

06.12.15

 

 

 

Passamos a vida a apelar à participação crítica dos cidadãos. É frequente a indignação com as origens do medo de existir. Mas se um cidadão era crítico fundamentado das políticas de Sócrates, e até das coreografias com a Fenprof e afins, era um direitista perigoso e corporativo. Se o mesmo cidadão usava igual sentido crítico com as políticas de Passos e Crato, e com os além da troika, era um esquerdista radical; um grego. Em que é que ficamos, afinal? Mesmo que o tempo prove que o tal cidadão tinha toda a razão, e mesmo que não tivesse, não me digam que o apelo de participação se circunscrevia à critica aos humores climatéricos, aos tempos livres das figuras mais mediáticas ou às diabruras dos "eleitores" do partido dos animais.

 

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