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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dar tempo

20.01.14

 

 

 

Quando acumulamos experiência com alguma atenção à mediatização das questões de uma determinada área, basta esperarmos que o tempo passe para encontrarmos contradições associadas a algumas asserções: nunca nos pomos completamente no lugar do outro e só quando sentimos na pele as injustiças é que percebemos o alcance do que nos queriam transmitir.

 

Vivemos um período, que já vai longo e que começou em 2007, que a história retratará, no mínimo, como sobreaquecido e de profundo acentuar das desigualdades. Veremos como e quando termina. O primeiro grupo profissional escolhido para as reformas a eito foram os professores do ensino não superior. Estavam isolados, eram acusados de excessivos na defesa da sua profissionalidade e de acomodados.

 

Alguns dos investigadores que agora se manifestam, também com cartas abertas, estavam do lado dos críticos dos professores do não superior e talvez imaginassem que jamais usariam as justas expressões que se podem ler a seguir. Espatifado, por exemplo, é elucidativo do que acabei de escrever.

 

 

 

 

 

 

O melhor é ler a carta toda, que se subscreve sem tibiezas, que o Público publicou.

 

 

 

 

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