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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dos centros cerebrais

14.02.14

 

 

 

 

 

 

 

É nos mesmos centros cerebrais que se sente a beleza de uma equação ou de uma obra de arte. A conclusão tem tanto de óbvio como de justo e questiona mais uma vez os desmandos dos descomplexados competitivos que nos governam.

 

É justo para os matemáticos que tantas vezes assistem ao desdém dos "agentes culturais", mas é também uma lição para os que usam o preconceito que despreza a importância dos ensinos das humanidades ou das artes.

 

Não é por acaso que os jovens investigadores em ciências exactas atrasam o interesse por outras belezas enquanto se aborrecem com a incompreensão dos outros em relação às suas visões e sentimentos.

 

Também se compreende ainda melhor os que defendem que as lideranças nas organizações se caracterizam por um único exercício: discorrer a propósito de uma obra de arte.

 

 

 

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