Em busca do pensamento livre.
Sexta-feira, 29 de Junho de 2018

 

 

 

A plataforma de sindicatos ouvirá os professores para decidir sobre a exigência de recuperação de todo o tempo de serviço. O estado a que chegámos motiva as interrogações: mas esta fortíssima greve tinha outro destino? Ainda há dúvidas?

Repitamos, para não nos esquecermos de que existe um executivo: onde esteve a mesa negocial desde Outubro de 2017? Não se sabia da possibilidade de um faseamento? Não se sabia da possibilidade de acelerar aposentações usando o tempo de serviço como crédito mas sem prejudicar quem não está nos escalões mais acima? E ficávamos aqui a debitar mais caracteres sobre o mesmo e a propósito das contas sem engenharia financeira. A sensação é que tudo se joga nos momentos do orçamento e que o trabalho de casa não se realiza a tempo. Os partidos políticos, como primeiros decisores, negoceiam, querem condicionar (ou são mesmo assim as hierarquias) os sindicatos e perdem a noção do real; ou então, é o resultado de mais de uma década a institucionalizar a ideia de só se estudar para os testes.



publicado por paulo prudêncio às 16:37 | link do post | comentar | partilhar

2 comentários:
De mario silva a 30 de Junho de 2018 às 15:18
A minha declaração é simples:
Numa perspetiva otimista, o governo não vai dar os 9 anos nem os sindicatos aceitar 3 anos; será um valor intermédio, com condições a longo prazo (a perspetiva pessimista é ficar tudo como está...). MAS A GRANDE BARREIRA À PROGRESSÃO SÃO O CRIVO DAS VAGAS NOS 5º E 7º ESCALÕES, e esta norma não está a ser questionada. Portanto, mesmo na perspetiva otimista (seja o valor intermédio ou os 9 anos), SÓ SERÁ REPOSTA TOTALMENTE A JUSTIÇA SE, PARA TODOS OS PROFS ABAIXO DO 6º ESCALÃO, A PROGRESSÃO NÃO DEPENDER DAS VAGAS IMPOSTAS NOS 5º E 7º ESCALÕES, à semelhança das normas existentes na portaria nº119/2018 do resposicionamento na carreira para os docentes que ingressaram entre 2011 e 2017.
Se isto não acontecer, então vai ficar basicamente tudo na mesma para milhares de profs, porque vão ter de esperar vários anos até surgir uma vaga para progredir ao 5º ou 7º escalão.


De paulo prudêncio a 30 de Junho de 2018 às 17:53
Nem mais. Essa situação provoca injustiças.


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