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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

as expressões-chave do caso Banif?

22.12.15, Paulo Prudêncio
      "Luta de classes", "este capitalismo de saque é uma ofensa ao capitalismo", "a classe dos super-ricos está a fazer a guerra e a ganhá-la", "austeridade ruinosa a favor de uma minoria", "a desigualdade é uma escolha política", "os EUA exportaram o seu modelo de corrupção"e podia ficar aqui a noite toda a escrever expressões-chave deste ultraliberalismo (ou totalitarismo) que capturou os estados e o poder político e que tenta convencer as pessoas que é o fim da (...)

"A desigualdade é uma escolha política", disse ontem Stiglitz

02.12.15, Paulo Prudêncio
      "A desigualdade é uma escolha política", argumentam Stiglitz, Krugman e Piketti que assim contrariam economistas métricos e incompreendidos como Passos Coelho, Maria Luís, César das Neves, Camilo Lourenço, Gomes Ferreira, Medina Carreira e Pedro Arroja. É injusto que o mundo conhecido despreze a sapiência destes lusitanos que remetem toda a sua fulminante erudição para um-quarto-de-folha-A4 de economia doméstica (das donas de casa, como derrapam em vocabulário (...)

stiglitz e piketti com os trabalhistas britânicos?

30.09.15, Paulo Prudêncio
        É bom sinal que Stiglitz e Piketti passem a assessorar a nova liderança dos trabalhistas britânicos. Os partidos do arco, e a legião de comentadores e de opinadores que os acompanham, é que não devem gostar que os tais "radicais" de esquerda se apresentem como alternativa "responsável" e que a Europa volte a ser plural.

tríptico

12.08.15, Paulo Prudêncio
      Joseph Stiglitz disse mais ou menos o seguinte: antes de escolhermos qualquer dos caminhos que se vão propondo para sairmos donde estamos, devemos perceber três coisas óbvias: a crise é artificial, a austeridade não é a solução e é mesmo o problema e a Alemanha é o obstáculo.    

quatro insuspeitos divergem

30.06.15, Paulo Prudêncio
      Paul Krugman e Joseph Stiglitz, norte-americanos distinguidos com o Nobel da economia, defendem o não no referendo grego. Cavaco Silva e Passos Coelho, portugueses que também estudaram economia, nem precisam de declarar o lado que apoiam. Francamente: desejo que Portugal não perceba tarde demais o efeito dos seus incompreendidos representantes.   A seguinte observação não é ensinada em todos os cursos de economia e é pena: é inigualável a grandeza de quem não se (...)

da crise vigente e da corrupção denunciada por stiglitz

08.02.15, Paulo Prudêncio
        Os EUA exportaram, segundo Stiglitz, o seu modelo de corrupção e a Europa adoptou essa meritocracia: a dos interesses e do monetarismo que aniquilou a do currículo, dos programas, das ideias e dos projectos. E os europeus foram de tal forma impregnados que as oligarquias nasceram como cogumelos até nos confins dos territórios.   É também isso que explica (...)

as costas largas da inveja

08.06.14, Paulo Prudêncio
          A corrupção ao estilo norte-americano contaminou a Europa. Foi mais ao menos assim que, por volta de 2007, Joseph Stiglitz enunciou um princípio que nunca tinha ouvido. Os últimos sete anos comprovam a tese do prémio Nobel.   Há dias fomos confrontados com a situação profissional de Vítor Gaspar no FMI: "(...)Vítor Gaspar vai receber um salário de 23 mil euros mensais isentos de impostos no Fundo Monetário Internacional (FMI). O ex-ministro das Finanças, que fará 54 anos em Novembro, pode pedir a pré-reforma após trabalhar três anos nesta instituição, segundo os estatutos da mesma.(...)Se o ex-ministro não optar pela pré-reforma, terá aos 65 anos direito à pensão completa que corresponde a 70 % do salário.(...) (...)