Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Dos desafios europeus e da defesa da liberdade

19.11.15
    A questão "estado islâmico" tem diversos ângulos de análise. A venda de armamento e o petróleo são, por exemplo, dois temas incómodos para o ocidente. Para além disso, é importante olharmos para dentro e para a história recente.    O célebre relatório de Jacques Delors, "A educação - um tesouro a descobrir", abordou o multiculturalismo, as migrações e o relativismo cultural de modo polémico. Defendeu-se que o multiculturalismo contribuiu para bolsas de (...)

A propósito de Paris

17.11.15
      As redes sociais ampliam a "ágora" e os sinais de intolerância. Vê-se ódio ao que os outros pensam. É o sinal mais evidente. Daí a actos terroristas irá um qualquer passo dependente de circunstâncias, oportunidades e distúrbios diversos, como se percebe com a identidade dos fanáticos de Paris. "És amigo de um homossexual? Levas com uma campanha negra", ouvi há pouco num fórum TSF este exemplo. Mas pior deverá ser, imagina-se, para os próprios homossexuais ou para (...)

Do exemplo grego e das fugas de capitais

15.11.15
      "Levantam o fantasma da fuga de capitais e utilizam as "grandes lavandarias". Os fanatismos usam a trafulhice, fazem o que for preciso para manterem o poder e não hesitam em patrocinar actos terroristas", disse o filósofo húngaro István Mészáros a propósito da recente situação grega, da Europa e do mundo.    

ficamos 18, disse o PR

29.06.15
      "Se a Grécia sair ainda ficam 18. Há outros que querem aderir", disse Cavaco Silva num registo áudio que ouvi na TSF. Como não tinha imagem, não confirmei se foi um improviso; mas deve ter sido, tal a demonstração de generosidade. Cá para mim, o júri do Nobel tem andado distraído com a sapiência deste lusitano que é o único cientista económico do planeta a adivinhar o futuro e sem qualquer dúvida.

do medo de ter medo

21.12.14
        Em 3 de Junho de 2011 escrevi um texto, que se chamou "O medo como herança", que tem motivos para se repetir nos tempos que se aproximam. Por vezes, e em eleições e por muito construtivo que se queira ser, o mais importante é que seja derrotado quem governa. Para além da burocracia que paralisa, acrescentou-se uma "irreparável" destruição criadora como corporização de um (...)