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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

de 24 para 26

23.02.14
      Quantas vezes lemos ou ouvimos uma ideia que parece que está a ler a nossa mente? Cruzei-me outra vez com o fenómeno, mesmo que naturalmente banal, quando ouvia na antena 2 uma reportagem sobre as "correntes d´escritas 2014". Escutei sensivelmente o seguinte: " houve, na nossa democracia, inúmeras pessoas que se sentiam cómodas, nos valores e nas convicções, na ditadura em 24 de Abril de 1974 e que a 26 eram revolucionárias. Isso criou um problema. Mantiveram as (...)

da praxe e do negócio

10.02.14
        Vi a capa do DN de ontem numa área de serviço e não estranhei o título sobre a polémica das praxes. Não tenho feito posts sobre o assunto, mas vou captando alguns discursos. Estranhei, sou franco, o fervor com que se defendeu a tradição e a história das praxes. Pareceu-me que a tal lógica gananciosa tinha alguma relação com a coisa. O mercado está em todo o lado. Também me deixou perplexo a mistura das serenatas coimbrãs com o processo praxista. Ao que julgo (...)

onde há

21.12.13
          "(...)Onde há sofrimento há chão sagrado. Um dia compreenderás o que isto significa. Nada saberás da vida até que o compreendas.(...)" é o conselho de Oscar Wilde, na página 72 do De Profundis, numa carta que escreveu a quem o fez passar para o estado de miséria material.          

desigualdades

18.09.13
              1ª edição em 8 de Julho de 2010.     Na entrada na puberdade as raparigas efectivam um avanço de cerca de dois anos no seu desenvolvimento. A questão que se pode colocar afirma uma situação de desigualdade de oportunidades que parece desfavorecer os rapazes, o que seria impensável questionar há cerca de vinte anos.   O sistema escolar é competitivo desde cedo e as (...)

inevitabilidades?

03.03.13
        Desde as cidades da Grécia Antiga que se sabe que os ricos são a favor da oligarquia e os pobres da democracia. As oligarquias garantem a paz pela força ou pela ilusão de acolhimento da maioria. Se, como agora, o empobrecimento actua rapidamente sobre as classe média e baixa e as deixa sem ilusão, só restam dois caminhos: o da força e o da revolução democrática. Em 25 de Abril de 1974 escolheu-se o segundo para contrariar o primeiro.

fim dos jornais impressos?

17.01.13
              Sentirei falta dos jornais impressos e não sei avaliar os riscos para a democracia dessa mudança tecnológica. Até aqui, e pensando na rádio, o mundo da comunicação alargou-se com o desuso desse meio, mas o registo sobreviveu. Espero que a situação não seja tão drástica como se anuncia. Não estou a ver como sobreviverão jornais como o JL e mesmo (...)