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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

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da pedagogia e em busca do pensamento livre

não somos a grécia (2)

17.10.13
            Em 16 de Julho de 2011, num post que intitulei "Não faças aos outros", escrevi assim: "(...)Na primeira ida de Pedro Passos Coelho a Bruxelas, a mensagem portuguesa foi clara: não somos a Grécia. Não gostei; menos ainda do aplauso nacional. E depois já se sabe: quem abre hostilidades não pode esperar amabilidades em troca; menos ainda na diplomacia internacional(...)."   Na (...)

origem

20.07.13
        Não sei se Passos Coelho é um testa de ferro, mas é um adepto do Estado mínimo; o radicalismo ideológico abençoou o seu programa. Não sei se Passos Coelho é manipulado, mas rodeou-se dos que acreditaram no modelo "Singapura" que revolucionaria a nação portuguesa. Essa crença ultraliberal é partilhada por governantes europeus e adapta-se aos casinos bolsistas e dos offshores. Já pouco interessa onde começam uns e acabam outros, socialistas da terceira via (...)

Crise grave de regime

17.07.13
        São tantos e tão graves os casos de corrupção como o BPN, que só não acontece nada aos mais do que conhecidos mentores (haverá muitos na sombra, claro) porque o regime está num pântano mais lamacento do que o traçado pelos piores cenários.   Temos de aceitar como conhecedoras as opiniões dos que dizem que as (...)

um dia depois

03.07.13
        Estive o dia todo quase sem notícias. Passei por três sites e fotografei os títulos da primeira página referentes à crise política para fazer este post. O tal guião da reforma do Estado que Portas elaborou evidencia bem por onde começar. Uma pessoa passa os olhos pelos títulos e sorri, abana a cabeça e belisca-se muito. Portas foi mandatado pelo CDS para reunir com Passos Coelho para estudar um novo programa de Governo? Esta malta, muito agarotada, tem piada.

mas aqui não

08.04.13
          As hostes governativas, ancoradas no para além da troika e no radicalismo do Estado mínimo, devem, em nome do equilíbrio e da sensatez, dar um intervalo à ganância, reconhecer o falhanço para onde arrastaram o país e regressarem à oposição. A comissão europeia e o presidente da República estão comprometidos com o desaire, em Portugal e na Europa, e devem dar lugar, logo que possível, ao outro lado da equação.   E se nada disso acontecer e se este (...)

demissão do governo e perdão da dívida

16.03.13
          O programa que quem manda na Europa impôs a Portugal foi um fracasso absoluto. Nem com um "bom aluno" mais do que entusiasmado a coisa teve qualquer resultado positivo; bem pelo contrário. A impossibilidade de desvalorização da moeda é um ligeiro álibi técnico e a crise europeia, e os efeitos da globalização e do comércio mundial, explica parte da desgraça. Mas a soberba inicial do Governo (que se apressou a dizer que não éramos a Grécia num gesto de falta (...)