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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Universo escolar e plataformas digitais

19.11.18
    Não é surpreendente que se apontem as "empresas externas" (o outsourcing e as plataformas digitais) como uma das componentes mais desfavoráveis nas organizações modernas. A opção facilitou o aumento da escala e desprezou a gestão de proximidade como valor precioso e inalienável. A "gestão do exterior" satisfez os investidores porque permitiu a subida dos lucros com a redução de profissionais. Essa supressão cerebral (na maioria dos casos, e incluindo o escolar, (...)

das fronteiras

17.11.18
  RS defendia a herança empresarial: "a empresa sempre foi uma organização democrática, até durante a ditadura" e argumentava em detalhe no fórum TSF. O interlocutor duvidava, com ênfase na impossibilidade perante o regime em causa.Para RS não existem organizações em abstracto. Dependem das circunstâncias, mas também das pessoas. Por outro lado, não existem barreiras tão sólidas que impeçam "desvios". Quantas vezes não nos cruzamos, mesmo em democracia, com (...)

dos radicalismos pela Europa

16.11.18
    Li algures que quem governa um condado húngaro são os "mesmos" nazis do tempo da segunda guerra mundial. Não exactamente as mesmas pessoas, como é óbvio, mas da família política que se tem perpetuado no poder com eleições. E estão numa fase em que afirmam os seus valores sem qualquer pudor. Há mais países europeus na mesma condição.

da história e dos factos

15.11.18
      Durante a invasão alemã, na segunda guerra mundial, estima-se que oitenta por cento dos franceses colaboraram com o regime nazi. Os vinte por cento sobrantes organizaram a resistência. No dia da derrota final do regime hitleriano, a maioria festejou com emoção a liberdade. Dá ideia que a Europa não aprende com a história ou a memória recua muito pouco; ou são os dois factos que se impõem.

o eurogrupo e os professores

13.11.18
    A disciplina imposta pelo (e ao) euro (legitimada pelo tratado orçamental), que norteia os governos, é um caminho universal. Apesar dos já reconhecidos erros graves (pelo FMI, por exemplo) nos excessos austeritaristas e na gestão das dívidas soberanas, Portugal, e apesar de ser uma pequena economia, foi um dos países mais prejudicados por causa dos receios sistémicos. Quando se diz - leia nos meus lábios - que "não há dinheiro", é uma incerteza que mete gelo no (...)