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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

avaliar escolas

31.03.13
        Só em países propensos a bancarrotas é que se fazem rankings de escolas com uso exclusivo dos resultados de exames de alunos. São, digamos assim, países que se afeiçoam muito ao substantivo exclusão. As escolas com grupos de alunos com melhores condições económicas (escrito assim para abreviar) têm, em grande regra, melhores resultados. Os grupos que privatizam lucros dos orçamentos de Estado para a Educação sabem bem disso, conseguem impor esses rankings e (...)

mas este presidente não se enxerga?

25.02.13
      Mas não é da família política deste presidente o primeiro-ministro que aconselhou os jovens a emigrarem?   Desde 1985 que o populista Cavaco Silva não sai da cassete da meritocracia e do empreendedorismo (já usou outros sinónimos).   Numa altura em que um Governo do seu agrado seca a economia e destrói emprego, é preciso uma grande lata para dizer aos jovens que têm de ser empreendedores e avaliados pelo mérito. Que trate mas é da banca, dos offshores e por (...)

dos papéis invertidos - cenas da nossa desorientação

01.10.12
              O sistema integrado de avaliação do desempenho da administração pública (SIADAP) reúne uma linguagem tão sedutora e bem-pensante como as que deram origem aos totalitarismos mais diversos. São cada vez mais os que classificam a meritocracia como uma impossibilidade de génese antidemocrática.   A desorientação instalou-se no SIADAP e só o faz de (...)

mercado, mas pouco

09.12.10
      A democracia mediatizada funciona por ondas e os picos de sinal contrário sucedem-se numa velocidade estonteante. As mais diversas agendas são condicionadas por essa voracidade.   A discussão à volta da natureza do ensino não superior oscila de acordo com a agenda mediática. Há uma corrente que se quer impor em Portugal: a da denominada charter school (...)

o fim último da vida não é a excelência

26.04.10
        Cortesia da Helena Bastos. "Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar. (...)