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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

goldman sachs - o banco, do terrorismo financeiro, que dirige o mundo

11.01.14
          Podíamos ficar o dia todo a cruzar informações que envolvem a dívida pública portuguesa, as recentes privatizações, os grandes escritórios de advogados, o Goldman Sachs e outros bancos, a bolha financeira de 2007, a bancarrota em que caímos, a corrupção, o arco governativo e o saque que se continua a efectuar aos do costume.   Volta e meia temos mais uma promoção de uma personagem (...)

há sempre dois governos em Portugal

26.12.13
          Há sempre dois governos em Portugal: um que é público e outro subterrâneo.   Sabemos dos motivos da bolha imobiliária, sabemos do BPN, das PPP´s e por aí fora, sabemos dos swaps, sabemos do Goldman Sachs, do J. P. Morgan, do Deutche Bank, sabemos das contas marteladas da França e da Grécia na adesão ao euro e com a obrigação da compra de aviões e (...)

só faltavam estes

23.10.13
            Continua o corrupio de pressão sobre o Tribunal Constitucional para que a ganância aprofunde a luta desigual entre classes; vigente também em Portugal.   Já vieram os bancários nacionais que estão ao serviço de quem manda, também debitaram sentença os governantes e a legião de assessores espalhados pelos órgaõs de comunicação social e até o FMI, o eurogrupo e o presidente da nossa República não resistiram às encomendas.   As agências de raiting devem (...)

atributos essenciais da terceiro-mundialização

09.08.13
                Como é que se deve interpretar a absolutização da busca do lugar cimeiro, e a qualquer preço, nos rankings escolares num país com 27% de abandono escolar precoce, com 3 milhões de pessoas que não concluíram os 9 anos de escolaridade e em que 1 milhão e meio das pessoas que ultrapassaram essa barreira não obtiveram o diploma de conclusão do (...)

dos cortes nos salários

09.04.13
          Alguns adeptos das actuais políticas do Estado mínimo invocam o liberalismo e Adam Smith para fundamentarem que a queda dos salários é uma consequência do empobrecimento da sociedade.   Era bom que remetessem para os "soldados" do Goldman Sachs a tese que indica a obrigatoriedade da queda dos salários para que o empobrecimento da sociedade possa ser sustido e mais tarde contrariado. A queda dos salários tem de ser acompanhada da queda dos lucros e das rendas e, (...)