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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

não haverá professores na mobilidade especial?

03.06.13
      Não acredito em Portas nem em Passos Coelho quando dizem que não haverá professores na mobilidade especial. Escolhi dois vídeos da campanha eleitoral em que não disseram a verdade em relação a assuntos relacionados com professores. Há mais vídeos com o mesmo registo. E não adianta argumentarem com o desconhecimento da carreira dos professores ou da situação financeira do país.             

já vai longa

20.02.13
        A luta já vai longa, como se previa, e a repetição do óbvio nunca é um risco; é um dever. O que mais impressiona nos teóricos da direita, nos do sistema escolar também, é o silêncio ou a defesa do direito à palavra contra a "A Grândola, Vila Morena". Francamente: não é nada disso que está em causa. Quem os viu e quem os vê. Era algo que se percebia, mas surpreende a generalização. E surpreende tanto como o aparecimento indignado, oportunista e apontador de (...)

da exaustão escolar

05.02.13
          A primeira década do milénio foi arrasadora para a cultura organizacional das escolas. A partir de 2005 o fenómeno tornou-se alucinante. Algumas escolas resistiram, ou tentaram, à avalanche. As mais destemidas foram objecto do pior que tem a nossa sociedade e já são muito poucos os que não se convenceram que os desmandos e os abusos de poder dão sempre maus resultados.   Escolas exaustas é uma expressão usada por Joaquim Azevedo (2011:119) em "Liberdade e (...)

dados a milagres

02.02.13
        Hoje comprei o Expresso para ler a edição dedicada à Educação em que o Paulo Guinote foi editor convidado e que inclui este seu certeiro texto sobre a epifania da refundação do Estado. Haja quem continue a não deixar o espaço informativo entregue à gulosice, mesmo que conventual e mais ou menos ortodoxa. Também li a crónica de Maria Filomena Mónica que (...)

da história do pragmatismo

01.02.13
          As questões de "ser" e"dever ser" atravessam a História e a economia política não foge a isso. Se Adam Smith é considerado uma espécie de pai do Liberalismo e do primado do individual, Marx e Keynes surgem, mais o primeiro, claro, como a outra categoria da contradição.   Quando as lutas sociais atingem picos, como acontece na sociedade portuguesa, são comuns as críticas aos que se movem apenas por interesses particulares. Tenho percebido que não escapamos a esse (...)