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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

da ética e da alta finança e dum género de sovietes supremos

16.04.14, Paulo Prudêncio
          Basta recuarmos uma década para lermos laudos à propalada conduta moral exemplar de quem se movimentava na alta finança. Os códigos de ética para essa área da sociedade, a denominada classe alta, estão publicados. Os banqueiros são membros efectivos do clã e beneficiaram duma espécie de primazia na responsabilidade social friedmanianaque relegou a (...)

da hegemonia americana

14.01.14, Paulo Prudêncio
        Não simpatizo com o primarismo antiamericano e reconheço as virtudes dessa sociedade. Mas os Impérios são o que sempre foram e vivemos tempos em que a cultura americana parece ter derrubado todas as fronteiras acentuando também a decadência da Europa. Para além disso, não se conhecem bons resultados na importação de modelos de sociedade com géneses e histórias tão diferenciadas.   Foi num Nobel norte-americano, Joseph Stiglitz (...)

do 1º de dezembro

01.12.13, Paulo Prudêncio
        "A homenagem a Eanes é perigosa, uma vez que sobrepõe a ética à política", dizem os comentaristas mainstream. Compreendo o argumento e é verdade que as ditaduras nasceram em momentos de crise moral, digamos assim. Mas é perigosa porquê? Não vivemos em democracia e os cidadãos não são todos inteligentes, iguais perante a lei e com o mesmo direito ao voto e demais deveres? Era o que mais faltava que não se pudesse homenagear um ex-presidente da República.   N (...)

o irrevogável não tem emenda

28.10.13, Paulo Prudêncio
            Depois de mais de uma década de trapalhadas que ajudaram a descredibilizar ainda mais o Governo do país, o vice-primeiro-ministro, que ainda em Junho de 2013 ajudou a que a imagem de Portugal descesse mais um grau abaixo de zero, vem desta vez anunciar o fim da recessão técnica (querem ver que ainda vai reivindicar louros?) e advogar uma colagem (...)

ai se o estado falasse

26.04.13, Paulo Prudêncio
        O Estado tem sido tão vilipendiado e acusado de malfeitorias tal que se as suas paredes falassem nem sei o que aconteceria ao pântano em que mergulhou a sociedade portuguesa.   A advocacia de defesa do Estado já nem vai ao tempo em que português que se prezasse sacavaao bem comum, mesmo que em pequena escala, e que quem não o fizesse era minorado socialmente. Assistimos a um tempo que duvido que tenha paralelo tal o grau de corrupção e de "encostados" ao (...)

mais dois lobos

23.04.13, Paulo Prudêncio
          Vi, ontem à noite, um inenarrável prós e contras destinado à busca de uma solução. Medina Carreira, o não-economista que mais sabe de economia, foi taxativo: a solução é simples, com o dinheiro é sempre assim e para governar o Estado social servia uma "dona de casa". Se o marido diz que está a ganhar menos 2% a mulher sabe que não pode gastar mais 5% na lida da casa. E cumpre.    É. Esta espécie de animador do sistema acentua a sua triste condição. (...)

é demais

15.04.13, Paulo Prudêncio
        A Holanda é um dos países que mais acompanha o actual poder alemão na "correcção dos desvairados" da Europa do Sul e até teve direito à presidência do Eurogrupo. Hoje soube-se que o ministro das finanças holandês, o referido presidente, declarou um mestrado falso.   Dizia-se que o fascínio (...)

nem queria acreditar

05.03.13, Paulo Prudêncio
    Recebi por email a referência a um vídeo que pretende promover o turismo em Portugal. Um vídeo oficial, digamos assim. Nem queria acreditar no modo como nos olhamos oficialmente e na imagem que queremos passar para quem nos visita. Lembrei-me do "canalizador polaco". São muitos os que dizem que a nossa bancarrota é, (...)

editorial (17)

09.10.12, Paulo Prudêncio
              Interessa-me mais o conteúdo do que a forma, embora a estética associada à configuração de blogues e de sites não me seja indiferente; bem pelo contrário.   Gosto de discutir ideias e não tenho muita paciência para o jogo de ódios e invejas que caracteriza a crise moral em que vivemos (nunca pensei escrever isto sobre uma qualquer actualidade (...)