Em busca do pensamento livre.

Domingo, 14.01.18

 

 

 

 

 

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Cópia de 1192944

 

Luís Afonso



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Domingo, 07.01.18

 

 

 

 

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Cópia de 1190967

 

Luís Afonso



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Terça-feira, 02.01.18

 

 

 

 

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Cópia de 1189550

 

 

Luís Afonso



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Segunda-feira, 01.01.18

 

 

 

Com todos os riscos de quem retira do contexto uma passagem, não resisto a citar Ulrich Beck (2015:22) "Sociedade de risco mundial - em busca da segurança perdida", Lisboa, Edições 70,

 

"(...)o risco constitui o modelo de percepção e de pensamento da dinâmica mobilizadora de uma sociedade, confrontada com a abertura, as inseguranças e os bloqueios de um futuro produzido por ela própria e não determinada pela religião, pela tradição ou pelo poder superior da natureza, mas que também perdeu a fé no poder redentor das utopias.(...)".

 

A perda de "fé no poder redentor das utopias" indicia um risco de decadência se não se circunscrever ao inevitável cinismo com que a maturidade olha para a prevalência do mal. Se a descrença nas utopias e no combate às desigualdades atravessar todas as gerações, a decadência entranha-se; como a história, de resto, já nos explicou.

 

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Quinta-feira, 28.12.17

 

 

 

Falemos de coisas óbvias: as organizações políticas, como os partidos, são imprescindíveis à democracia que as deve financiar com transparência; qualquer desvio nos métodos alimenta os inimigos da democracia e indigna os seus defensores. O que foi dito sobre a indignação exclui os arrependidos em modo depois da hora difícil de escrutinar.

 

democracia

 

 



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Segunda-feira, 25.12.17

 

 

 

Do douradinho dos saques - um desenho do Antero em Dezembro 2013.

 

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Sábado, 16.12.17

 

 

 

 

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Cópia de 1185474

Luís Afonso



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Quinta-feira, 07.12.17

 

 

 

 

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Cópia de 1182949

 

Luís Afonso



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Quinta-feira, 30.11.17

 

 

 

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2ª edição - revista.

 

O regresso da flexibilidade curricular cria legítimas preocupações, tal o pesadelo burocrático que enredou a última experiência. A imagem acima é elucidativa. Inscreve-se, em 1, um registo do plano curricular da turma em "forma sumária", mas lê-se o 2 e os seguintes e até arrepia.

Para além das questões didácticas, há que conhecer o método. Prever a organização, eliminar patamares informacionais inúteis e não dar espaço à ideia de faz de conta ou de logo se vê.

Importa sublinhar que o simplex dois refere a plataforma digital única. Isso exige um período de análise e programação que envolva todas as entidades que obtêm informação, desde logo a Inspecção-Geral da Educação (avaliação externa), que deve estimular as boas práticas no tratamento da informação e não o contrário, o MISI, os outros serviços centrais do ME, as empresas que comercializam software de gestão escolar e as escolas. É por aí que se deve começar.

Recordo um post de 8 de Julho de 2016.

"Aceitei estar aqui, mas tem de me deixar explicar tudo", disse MdCR, em representação da ministra Lurdes Rodrigues, para Fátima Campos Ferreira num prós e contras da RTP1 no auge da guerra da avaliação de professores (2008). E explicou: "pela primeira vez há uma avaliação com rigor: pontuação de 1 a 10 e quotas. Criámos 4 dimensões na avaliação. Para cada uma há 5 domínios (20 no total). Tudo pontuado de 1 a 10. Aplicam-se as quotas. O resto é com as escolas."

E o que era o resto? Para cada domínio (20 no total), havia 5 indicadores (100 no total). Para cada um dos 100 indicadores, existiam 10 descritores (1000 no total) para cumprir com rigor a pontuação de 1 a 10.

Este sumário do inferno encontra sinais de um qualquer retorno? É bom avisar antes que seja tarde quando se começa a perceber o programa para o sucesso escolar. E era uma pena, convenhamos que era. O pior eduquês tem tendência para começar na estratosfera central e ganhar asas até nos locais mais recônditos.



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Domingo, 26.11.17

 

 

 

 

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Luís Afonso

 

 



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Quarta-feira, 15.11.17

 

 

 

 

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Cópia de 1176935

 

Luís Afonso



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Quarta-feira, 08.11.17

 

 

 

 

Os totalitarismos alimentam-se das leis que são impossíveis de cumprir. A velocidade legislativa é tão voraz, que os destinatários não encontram o conceito de vigência. A asserção de que "direito só há um, o vigente e mais nenhum", racionaliza o efeito de perda democrática.

Faz tempo que o direito abandonou a visão positivista do primado absoluto da lei e integrou uma concepção mais moderna designada por "um ir e vir constante entre a norma e o caso". Nesse sentido, as fontes da decisão dos juízes continuam a ser as normas, mas também a jurisprudência e a jurisprudência dogmática (ou doutrina). Ou seja: para além das normas, deve considerar-se cada caso em si e a ciência jurídica produzida pelos jurisconsultos.

Os totalitarismos estabelecem-se com a "presença" (nem que seja por alheamento) da maioria dos cidadãos. As sociedades democráticas actuais vão criando um caldo propício às ditaduras, venham elas donde vierem; com as leis impossíveis de cumprir, mas também por práticas anti-democráticas. Podemos pegar em muitos casos de "impossibilidade" que criaram um estado de sítio legislativo em que só o fingimento permite o "cumprimento" legal. Não há esperança? Dá ideia, e num nível macro, que depois dos recentes Panama e Paradise Papers nada será como até aqui. E se o exemplo vier de cima, há todo um clima que se pode alterar.

 

Usei estes argumentos noutro post.

 

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Sábado, 04.11.17

 

 

 

 

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Luís Afonso



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Terça-feira, 31.10.17

 

 

 

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Cópia de Captura de Tela 2017-10-31 às 13.47.46

 

Luís Afonso



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Sábado, 21.10.17

 

 

 

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@máriosilva



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Sábado, 14.10.17

 

 

 

 

Cópia de 1168829

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Luís Afonso



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Domingo, 08.10.17

 

 

 

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Cópia de 1166348

Luís Afonso



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Sábado, 07.10.17

 

 

 

 

O título do Público, "OE2018: professores, militares e polícias podem demorar mais tempo a progredir", é uma componente mediática da estratégia de distracção para atingir os do costume. Bagão Félix, sentado na 1ª fila da reabertura oficial da época de "arremesso à escola pública", sentenciou ao Expresso, OE2018:"(...)lamentando que o Estado esteja novamente a inchar(...)Há um setor em que devia haver poupança(...)Nasce-se muito menos e as escolas cada vez têm mais professores e pessoal?”(...)Há aqui um contrassenso, o problema da educação é um problema de defesa de interesses corporativos.(...)" Vamos lá centrar a discussão. Os professores, por serem muitos e por exerceram a sua actividade num objecto (escola pública) de confessada antipatia (para ser brando) para os governos do arco, foram a classe profissional mais atingida na administração pública. Os números são incontestáveis. Todos sabemos isso.

"Desapareceram" 42 mil professores (30%, o dobro da percentagem da redução de alunos 14%) de 2004 a 2015, em 2006 foram alvo de uma guerra - palavras do actual PM - decretada em conselho de ministros, a presença da troika, e da ideologia PàF, acentuou a queda e em 2017 as notícias acrescentam desconsiderações associadas às intocáveis, e incontáveis, malfeitorias anteriores - as financeiras e as outras -.

 

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Sábado, 30.09.17

 

 

 

 

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Cópia de 1164711

Luís Afonso

 

 



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Segunda-feira, 25.09.17

 

 

 

Tem sido um milénio de crispação política e nada fácil para os espíritos mais livres. "Não fica bem" desalinhar nem concordar, mesmo que pontualmente, com o que existe. A vida portuguesa é também um bom exemplo. Se se via a irritação à esquerda com a presença do CDS, viajando de táxi, no mainstream, percebe-se agora que a direita está inconsolável com a possibilidade deste Governo, com um apoio parlamentar inédito, ser bem sucedido. Percebe-se o temor com a severidade do julgamento histórico, já que a direita aproveitou a presença da troika para se radicalizar. Para além disso, e sempre que não se está seguro do valor da obra, cresce a desorientação com a possibilidade da sucessão negar "o que se seguirá bom de mim fará". 

 

PS: é evidente o descontrole da malta dos salões com a habilidade política dos "descamisados". Chega a ser risível assistir à intolerância com a possibilidade de oportunidade política do lado mais à esquerda da sociedade.

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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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