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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

passos e a falácia dos 2% de professores

26.09.14, Paulo Prudêncio
      Passos Coelho disse, pela enésima vez e agora na Assembleia da República, que os erros nos concursos de professores atingiram apenas 2%. E repetiu a falácia de forma enfática. Francamente, nem sei se sabe do que fala ou se repete o que lhe dizem. É grave de qualquer dos modos e é um péssimo retrato.   Como os números deste MEC "nunca" batem certo, mas vamos lá apurar os tais 2% de forma arredondada.   Imaginemos que há 105 mil professores. 1700 vincularam (...)

à volta do pisa 2012

03.12.13, Paulo Prudêncio
        O relatório PISA 2012 tem detalhes que interessa sublinhar. É evidente que estes estudos não devem ser tomados como bíblias. Como é habitual, parece-me que um modo significativo de postar sobre o assunto é recorrer a gráficos de fácil legibilidade acompanhados de umas setas e de uns breves comentários.     (...)

das intemporalidades e dos regressos anunciados

25.11.13, Paulo Prudêncio
          (Este post é de 31 de Janeiro de 2012) Alguém deixou a revista da última edição do Expresso em cima da mesa e lembrei-me de ir ao site do semanário e digitalizar uma parte da capa.   Há inúmeros testemunhos, e algumas evidências empíricas, que atestam a natural e histórica irreverência dos adolescentes. Mas há diferenças entre irreverência (...)

a alucinação tomou conta do sistema escolar

08.11.13, Paulo Prudêncio
          Exigir à escola que obtenha a excelência nos resultados escolares e que inclua os "que não querem aprender" e os que escapam à "normalidade" é a verdadeira quadratura do círculo que se torna uma alucinação terrivelmente exclusiva no mercado puro e duro. Nem os países mais desenvolvidos - os que, por exemplo, eliminaram o analfabetismo no século XIX - encontraram uma saída democrática na alucinação vigente. Ao que vamos sabendo, instituíram (...)

e por fim, o algoritmo da queda

13.10.13, Paulo Prudêncio
                    Os quatro últimos ministros da Educação deviam realizar um estágio profissional (uns seis meses chegavam) em escolas portuguesas do não superior (a escolha ficaria a cargo dos professores). O estágio serviria para tomarem conhecimento do estado organizacional provocado pelo rol das suas epifanias, já que o sistema escolar português está num (...)

da insuportável repetição

16.09.13, Paulo Prudêncio
          Nuno Crato deve estar, pelo menos, no estado de épochè em relação às políticas que inaugurou ou aprofundou, mesmo que se venha a justificar que as desenhou como sub-SE-adjunto das finanças, e, sempre que pode, responsabiliza os professores pela parte maior do sucesso escolar dos alunos.   Se os professores fossem corporativos aceitavam o elogio e faziam valer os créditos que os sucessivos ministros lhes atribuem. Mas sabem que não é assim e que a sociedade desempenha (...)