Em busca do pensamento livre.
Quarta-feira, 09.05.18

 

 

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Terça-feira, 08.05.18

 

 

 

Há todo o universo organizacional que cria apreensão no regresso da flexibilidade curricular. Não são as questões didácticas ou científicas. É a má burocracia. Existe o medo da repetição. Na anterior experiência (de 1998 a 2012), generalizou-se um inferno burocrático. Em regra, multiplicaram-se reuniões de agenda repetida com inutilidades informacionais. Pelo contrário, os exemplos bem sucedidos documentados investiram em sistemas de informação associados à simplificação de procedimentos e aos climas organizacionais. 

A burocracia escolar é crescente. É irrefutável. Existem causas. Desde logo, a ausência da "(...)novel investigação que se preocupa com a gestão escolar propriamente dita e com os sistemas de informação, numa lógica que tenta ultrapassar dois territórios que, e segundo Barroso (2005), têm ocupado o universo da Administração Educacional: o das Ciências da Educação e o das Ciências da Administração e Gestão.(...)"

Numa recente, e muito boa, entrevista sobre burnout com o título "A forma como hoje trabalhamos é muito disfuncional", José Soares dá um bom exemplo: "(...)Costumo fazer um questionário [nas empresas onde é consultor] e é verdadeiramente impressionante a forma como as pessoas classificam o custo-benefício das reuniões. Perde-se muito tempo. Não começam a horas, têm objectivos pouco claros, há gente que é convocada que não está lá a fazer nada. No final, os colaboradores perguntam: o que é que estive aqui a fazer?(...)

 

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Segunda-feira, 07.05.18

 

 

 

Quanto mais se acentua a crise ética, mais se degrada a legalidade.



publicado por paulo prudêncio às 17:29 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Desenvolvimentos de um processo de implosão:

 

Fernanda Câncio: “Sócrates urdiu uma teia de enganos. Mentiu, mentiu e tornou a mentir”

 

"O ex-primeiro-ministro “mentiu tanto e tão bem” que conseguiu que muita gente séria não só acreditasse nele como o defendesse, em privado e em público, aponta Fernanda Câncio, jornalista e ex-namorada de José Sócrates, num texto de opinião publicado esta segunda-feira no “Diário de Notícias”

 

José Sócrates “mentiu ao país, ao seu partido, aos correligionários, aos camaradas, aos amigos” e aos que tinha “mais próximos”, escreve Fernanda Câncio - jornalista com quem o primeiro-ministro socialista manteve uma relação próxima no passado -, num texto de opinião publicado esta segunda-feira no “Diário de Notícias”.(...)"



publicado por paulo prudêncio às 15:59 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 06.05.18

 

 

 

Blackrock: A empresa que está a mudar o capitalismo

 

"Depois da crise de 2008, uma empresa norte-americana quase desconhecida cresceu até dominar a economia mundial. Chama-se BlackRock e foi criada em 1988 por Larry Fink. É hoje um centro de poder global que controla os principais bancos e indústrias e aconselha os governos e os líderes mais poderosos. O seu enorme crescimento põe em risco uma das ideias básicas da economia moderna: a concorrência.(...)"



publicado por paulo prudêncio às 20:16 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sábado, 05.05.18

 

 

 

Foi sempre assim e há mais informação? Talvez. De qualquer dos modos, as histórias à volta da suspensão do Nobel da literatura são elucidativas da crise vigente. Aliás, numa das muito boas séries nórdicas passadas na RTP2 narrou-se um ambiente corrupto na atribuição no Nobel da paz.



publicado por paulo prudêncio às 14:52 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

 

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Luís Afonso

 

PS: Os professores da escola pública (PEC) têm memória e registam a hipocrisia que se passeia neste momento de implosão. Recordam-se do período 2005-2008. O desporto nacional preferido era malhar nos PEC. Aliás, o primeiro-ministro da altura sentia que era o "chefe que a direita gostaria de ter". Era apoiado pela direita, pela generalidade da opinião publicada e por alguns "privados" escolares e afins. Os socialistas terceira via ou neoliberais organizavam a festa. Só depois da crise financeira é que o apoio mudou porque os cortes começaram a ser transversais. É que para além das questões da justiça, existiu a política e a aplaudida obstinação para cortar a eito nos interesses instalados e apontar os gestores do BES, PT e por aí fora, como os exemplos de empreendedorismo e prestação de contas.



publicado por paulo prudêncio às 13:50 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Um mundo sem empregos?



publicado por paulo prudêncio às 09:48 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 04.05.18

 

 

 

Instalou-se a febre da medição em modo prova final ou aferição e em mais ou menos áreas; e não há distinções de grau no estado patológico. O valor desmesurado dado ao resultado chega a ser tão confrangedor que já nem sequer se questiona a efemeridade de qualquer conclusão. Tenho ideia que boa parte das opiniões sobre PISA, TIMMS ou PIRLS desconhece os conteúdos avaliados. É um fenómeno semelhante ao do estrangeirado ranking. Faz tudo parte da doença grave que se faz acompanhar de inúmeras e inamovíveis enfermidades.



publicado por paulo prudêncio às 18:23 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Existe na Europa uma forte ofensiva contra a democracia que se alimentará dos desvios dos principais actores dos partidos políticos "estruturantes". Se no caso português ainda estamos no início do conhecimento da realidade, será, como alguém disse, a "tempestade perfeita".



publicado por paulo prudêncio às 11:36 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 03.05.18

 

 

 

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Faz tempo que se associaram duas frentes polares (alguns "privados" escolares com as políticas educativas do Governo de Sócrates) contra os defensores da escola pública, que ainda suportaram as intempéries da frente glaciar do Governo de Passos. Agora que se conhecem as acusações tempestuosas do Ministério Público às duas primeiras (novamente o tempo e a sua relação com a verdade), será elucidativo do clima a que isto chegou conhecer os alegados alertas do Governo de Passos ao antecessor sobre as intenções da justiça (uma máquina demasiadas vezes lenta ou com dificuldades optométricas).

 

Imagem daqui



publicado por paulo prudêncio às 20:38 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 02.05.18

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:32 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Rafael Valladares, historiador espanhol, tem um livro sobre a restauração da nossa independência - "A Independência de Portugal - Guerra e Restauração 1640 - 1680" é o título da obra, editado pela "A Esfera dos Livros" -.


"Ao contrário do que dizia a historiografia nacionalista dos séculos XIX e XX, a Restauração não foi um movimento geral da nação portuguesa contra Castela e muito menos contra a Espanha. Foi uma revolta das elites portuguesas, principalmente uma parte da nobreza e da Igreja, que viam os seus privilégios, e "liberdades", como eles diziam, atacadas pela política reformista de Filipe IV. O que triunfou em Portugal foi uma economia senhorial, de rendas, e que não privilegiava os investimentos nem nada que fosse inovador".

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publicado por paulo prudêncio às 10:00 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 01.05.18

 

 

 

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1º de Maio.

Milhares de trabalhadores nas ruas.



publicado por paulo prudêncio às 11:42 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 30.04.18

 

 

 

Uma entrevista muito boa sobre burnout.

"(...)Um exemplo: perde-se muito tempo nas reuniões. Costumo fazer um questionário [nas empresas onde é consultor] e é verdadeiramente impressionante a forma como as pessoas classificam o custo-benefício das reuniões. Não começam a horas, têm objectivos pouco claros, há gente que é convocada que não está lá a fazer nada. No final, os colaboradores perguntam: o que é que estive aqui a fazer?(...)



publicado por paulo prudêncio às 17:46 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

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Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 10:32 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Domingo, 29.04.18

 

 

 

É justa a iniciativa de cidadania activa que visa a recuperação do tempo de serviço, como é justa a luta em relação às regras dos concursos de Agosto de 2017 que originaram a contenda constitucional entre o Governo e o Parlamento. Sublinhe-se que o direito abandou a visão positivista do primado absoluto da lei para integrar uma concepção mais moderna: "um ir e vir constante entre a norma e o caso". As fontes dos juízes continuam a ser as normas, mas também a jurisprudência e a jurisprudência dogmática (ou doutrina). A quebra de contratos administrativos (por exemplo, a "eliminação" de tempo de serviço) por parte do Estado em "domínios considerados com omissão de procedimentos" (DOCP) enquadra-se nessa discussão. Há, obviamente, um sobreaquecimento de posições derivado a dois fenómenos: tratamento diferente do Estado nos contratos DOCP com os fortes e alegada corrupção e degradação ética de actores fundamentais da democracia. Apesar de tudo, os promotores destas importantes iniciativas (contagem de tempo de serviço e concursos justos) mantêm a argumentação no essencial e ganham força porque não a deslocam para as preferências partidárias que tantas vezes prejudicaram a força da razão. É disto, na minha modesta opinião, que o país precisa.

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publicado por paulo prudêncio às 10:04 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 28.04.18

 

 

 

Agora A Cores… A Ver Se Chegamos Às 5500 Ainda Hoje



publicado por paulo prudêncio às 23:02 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Já se precebeu o motivo do recorrente silêncio político sobre a sucessão de fugas do género "panama papers": o temor com os papéis.

 

A primeira página do Expresso tem mais um pré-aviso?

 

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publicado por paulo prudêncio às 11:14 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 27.04.18

 

 

 

 

Dá ideia que as polémicas à volta dos concursos de professores são propositadas. Repetir um erro é sempre um qualquer sinal. Ou seja, às vezes os erros até são propositados. Recordo-me da "bolsa de contratação de escola" (uma repetição), que nasceu por ideologia sustentada em incompetências diversas, que só por impreparação, e desconhecimento da história, foi teimosamente para a frente e terminou em desastre. Mas há mais erros de palmatória que se repetem (por exemplo, quando se desrespeita as listas graduadas) que levam à tal impressão. Quem se interessa por este assunto, tem aqui informação.



publicado por paulo prudêncio às 16:31 | link do post | comentar | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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