Em busca do pensamento livre.
Quinta-feira, 30.08.18

 

 

 

Listas Definitivas



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Antero

 

 

 



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Pôr-do-sol. Sagres. Agosto de 2018.



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Quarta-feira, 29.08.18

 

 

Há uma dicotomia no aproveitamento europeu dos impérios: Grécia, Itália, Espanha e Portugal (nem todos na mesma escala) não mantiveram muitas das riquezas materiais até à actualidade; pelo contrário, Holanda, Bélgica, Noruega, Reino Unido, Suécia, Alemanha e França (e ainda a Suiça e o Luxemburgo) mantêm os domínios essenciais. E não basta olhar para a bandeira das multinacionais europeias bem sucedidas. Há ainda negócios de biliões que passam pela energia e existem interesses fundamentais no ouro e nos diamantes (até nos de sangue). É também isso que o eurogrupo não deve esquecer quando analisa as políticas de austeridade e as acusações de despesismo dos povos do sul. Aliás, a bandeira portuguesa, hasteada no ponto mais setentrional da Europa, é um bom ponto de partida histórico que Centeno não desconhecerá.

 

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Sagres. Agosto de 2018.

 

 

 



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Terça-feira, 28.08.18

 

 

 

 

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Foz Coa. Agosto 2018.



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Segunda-feira, 27.08.18

 

 

 

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Agosto 2018.

 



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Domingo, 26.08.18

 

 

 

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Agosto 2018.

 



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Sábado, 25.08.18

 

 

 

 

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 Albertina museum. Viena.



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Sexta-feira, 24.08.18

 

 

 

 

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Quinta-feira, 23.08.18

 

 

 

 

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Quarta-feira, 22.08.18

 

 

 

É impossível uma classificação assim ("Mulholland Drive, de David Lynch, foi escolhido como o melhor filme do século XXI por uma votação, promovida pela BBC Culture, de 177 críticos de cinema de todo o mundo (de todos os continentes menos a Antárctida, como sublinham os editores da BBC que organizaram o inquérito juntando 36 países)"), mas Mulholland Drive (2001) é genial. Vi-o a primeira vez no King, em Lisboa. Fiquei fascinado. Lembro-me que viemos a viagem toda a discutir a complexidade do filme com uns amigos. É uma obra do nível de "Eyes wide shut”", de Stanley Kubrick; e não só por serem temas semelhantes. Aliás, o filme de Kubrick ficou prejudicado com a morte do realizador com a montagem por concluir.

 

O trailer de Mulholland Drive.

 

 



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Terça-feira, 21.08.18

 

 

 

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Cópia de 1283084

 

Luís Afonso



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Segunda-feira, 20.08.18

 

 

electrode

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
(Este texto, que tem duas partes, aqui e aqui,
foi escrito em Março de 2006)

 

 

Parte I

 

Estava aqui a tentar perscrutar as sensações produzidas por vibrações mecânicas de frequência compreendidas entre determinados valores nas sinapses que acontecem nas circunvoluções do meu córtex cerebral.… Como?! 

Não, não, não, vou começar de novo.

Estava aqui a tentar ouvir o som dos meus pensamentos…. O som dos meus pensamentos?!

Não, não, isto ainda não está suficientemente claro.

Não desista, meu caro leitor. Por vezes, o que é difícil é começar. Tomar-lhe o jeito. Depois, tudo flui. Estou aqui a reflectir sobre duas categorias imensas: a morte e a consciência moral. Tão imensas, que por causa delas o Homem criou leis na terra e no céu para que com as diferenças não se fizesse apenas tragédia. Dificílimo tem sido o caminho.

Exercitando dificuldades sobre dificuldades, para que com a escrita se atenue alguma escuridão, ambiciono relacionar as categorias convocadas. Já está melhor? É capaz de me dizer que este assunto não promete? Claro que não é capaz. Tenho até a intenção de o abordar em poucas palavras.

Ora leia, se faz o favor.

Eu sei que poderia trazer à liça os círculos do inferno de Dante Alighieri, tão divina continua a comédia das vidas terrenas, já que este poeta do século XIII, um piscar de olhos, deixa qualquer outra tentativa desarmada.

Faria aqui o ponto final e ficávamos os dois descansados: eu e o caríssimo leitor, entenda-se.

É isso. Vou pela metáfora. Não deixo de lhe dizer que preferiria que não me conhecesse. Se chegou até aqui, só me posso desfazer em vénias. Nem sei para que é que estou com tantas questões prévias, já que o texto, uma vez publicado, já se sabe: ganha as asas que a cabeça de cada leitor quiser.

 

Parte II

 

Haverá ser humano que nunca tenha desejado ardentemente uma coisa material? No meu caso foi um par de calças.

Teria quase dezoito anos quando passei pela montra de uma loja em tudo inacessível e de me ter deslumbrado com um par de calças de ganga de cor branca.

Não digo a marca. Seria publicidade e não me pagam para isso e não só as tenho como ainda as uso.

Enquanto massacrava os meus progenitores, conquistava, diária e pacientemente, as graças das “minhas calças brancas”. A inacessibilidade não passou o primeiro natal.

A estreia coincidiu com a minha maioridade moral: a etária. Não, não se inquiete: sei que estas coisas da moral não têm barreiras definidas, mas ajuda-me a contar a história.

Saí de casa, depois de inúmeros olhares deslumbrados para um espelho de corpo inteiro, e dou com um charco imenso. Se a intenção era chegar a um local que se situava no lado oposto, o aparecimento de um obstáculo lamacento surgiu-me como uma dificuldade inultrapassável.

Parece-me que se compreende. As amadas calças salpicadas de lama no dia um? Nem pensar. Nem um pingo sequer. Havia que contornar o charco com a certeza da sua finitude; decerto que o outro lado se alcançaria.

Têm sido anos de caminhada e o charco parece não ter fim. Não raras vezes, recebo convites de pessoas que se atravessam charco adentro motivados pela impaciência para caminhadas longas, limpas e seguras. Chafurdam na lama. Também nunca as tinha visto de calças brancas, é certo. Acenam-me do outro lado ou mesmo em pleno charco. Digo que não e já não mudo. E o que é que isto tem a ver com a morte, direis vós? O outro lado, o inferno de que vos falei, direi eu. E as categorias não eram duas?


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Domingo, 19.08.18

 

 

 

Repare-se na primeira página do Expresso.

 

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E na do Público (sublinhei a vermelho).

 

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Sábado, 18.08.18

 

 

 

São três frases sobre a juventude. Convido-o ao seguinte exercício: leia as frases e depois, e só depois, olhe para o nome dos autores:

 

  • "A nossa juventude é mal educada, zomba da autoridade e não tem nenhuma espécie de respeito pelos mais velhos. As nossas crianças de hoje não se levantam quando um ancião entra numa sala, respondem aos pais e tagarelam em vez de trabalhar. São simplesmente más" 

  • "Não tenho nenhuma esperança para o futuro do nosso país, se a juventude de hoje lhe assumir o comando amanhã, porque esta juventude é insuportável, sem compostura, simplesmente terrível"

  • "Esta juventude está corrompida até ao mais profundo do coração. Os jovens são malfeitores preguiçosos. Não serão nunca como a juventude de antigamente. Os de hoje não serão capazes de manter a nossa cultura".

 

Vamos lá aos autores:

 

  • 1ª frase: Sócrates, 470-399 a.c..

  • 2ª frase: Hesíodo, 720 a. c..

  •  3ª frase: escrita num jarro de argila nas ruínas de Babilónia: cerca de 3.000 a.c.

 



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Sexta-feira, 17.08.18

 

 

 

 

James Jacques Tissot, Dublin, Agosto de 2013.

 



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Quinta-feira, 16.08.18

 

 

 

 

 

 

 

Celestino Mudaulane (Moçambique). "O mundo dos contrastes".

Exposição "Artistas comprometidos? Talvez".

Fundação Calouste Gulbenkian, Agosto de 2014.



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Quarta-feira, 15.08.18

 

 

 

 

O 15 de Agosto recorda-me sempre o filme imperdível de Gianni de Gregorio. E nem sei porquê, mas desta vez associo-o à difícil poesia de Rainer Maria Rilke: exige leitura repetida, mas o resultado é sublime. É um dos meus poetas preferidos. Uma das suas obras maiores, "As elegias de Duíno", confunde-se com a aura do local onde o poeta a iniciou: o castelo de Duíno, situado perto da cidade de Trieste e sobre o mar Adriático. Deixo-vos uma parte - na tradução de Maria Teresa Dias Furtado - da primeira elegia.

  

Se eu gritar quem poderá ouvir-me, nas hierarquias

dos Anjos? E, se até algum Anjo de súbito me levasse

para junto do seu coração: eu sucumbiria perante a sua

natureza mais potente. Pois o belo apenas é

o começo do terrível, que só a custo podemos suportar,

e se tanto o admiramos é porque ele, impassível, desdenha

destruir-nos. Todo o Anjo é terrível.

 

Por isso me contenho e engulo o apelo

deste soluço obscuro. Ai de nós, mas quem nos poderia

valer? Nem Anjos, nem homens,

e os argutos animais sabem já

que nós no mundo interpretado não estamos

confiantes nem à vontade. Resta-nos talvez

uma árvore na encosta que possamos rever

diariamente; resta-nos a rua de ontem

e a fidelidade continuada de um hábito,

que a nós se afeiçoou e em nós permaneceu.

 

Oh, e a noite, a noite, quando o vento, cheio de espaço do universo

nos devora o rosto -, por quem não permaneceria ela, a desejada,

suavemente enganadora, que com tanto esforço se ergue em frente

do coração isolado? Será ela para os amantes menos dura?

Ah, um com o outro eles se ocultam da sua própria sorte, apenas.(...)

 

 

Depois da poesia, um vídeo do filme - é um muito bom momento de humor -.

 

 



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Terça-feira, 14.08.18

 

 

 

 



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Segunda-feira, 13.08.18

 

 

 

É evidente que um modelo de gestão não justifica tudo. Sempre existiu gente "pequenina" quando tem um qualquer poder. Mas não restam dúvidas: o que existe propicia desmandos porque instituiu um ambiente não democrático.

"Três em cada quatro professores dizem que já foram vítimas de assédio moral. Estudo envolveu 2003 professores do pré-escolar ao superior. As direcções das escolas são apontadas como as principais responsáveis. Dirigentes não se revêem no que é relatado. Fenprof diz que em muitos estabelecimentos há "autoritarismo".

 

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