Em busca do pensamento livre.
Terça-feira, 03.07.18

 

 

 

A situação é de pré-caos e as greves estão a ser duras e a deixar clivagens e marcas de difícil reparação. É, portanto, estranho que se pretenda reunir apenas daqui a oito dias. E depois admiramo-nos que os estudos do burnout apresentem conclusões que nos deviam envergonhar.



publicado por paulo prudêncio às 22:13 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Que prevaleçam as ideias que originaram o actual Governo. Ou seja, que os últimos comportamentos sejam umas removíveis "pedras na engrenagem"; num dos casos, e mais propriamente, pequenas rochas de alcatrão no algoritmo inicial.



publicado por paulo prudêncio às 19:40 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Os professores (e repito: como ficou claro em Outubro de 2017) não podiam ser os únicos excluídos da recuperação do tempo de serviço. Nunca os ouvi falar da impossibilidade de um faseamento a aplicar a toda a administração central. Declarar que não se recupera tempo de serviço porque é prioritário construir vias rodoviárias inadiáveis é colocar a discussão num nível inaceitável para o algoritmo (e para os princípios, já agora) enunciados pelo actual Governo.



publicado por paulo prudêncio às 12:31 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 02.07.18

 

 

 

Aquecimento-global-está-afetando-o-planeta-Terra-2

 

Começou em Outubro de 2017 mais uma devassa, a vigente, da carreira dos professores com uma declaração governativa: "os professores não recuperarão o tempo de serviço porque a sua avaliação é a única que não é por pontos e têm progressão automática". Falácias transformadas no conhecido arremesso mediático: não querem ser avaliados. Quase um ano depois, os professores conseguiram, mais uma vez, desconstruir a mentira. Nesta fase, prevalece o argumento financeiro (passou a prioridades) porque a avaliação dos professores é, afinal, das mais exigentes. Esta evidência tem história e mantém-se num patamar civilizado na maioria das democracias. Os EUA, onde tudo acontece, é um bom exemplo e merecia mais estudo para evitar as nossas cíclicas convulsões.

Escolhi dois exemplos que representam o esgotamento político do grande bloco central.

A mudança radical de posição de Diane Ravitch, ex-secretária de Estado na administração do Bush pai, lê-se em duas obras fundamentais onde expõe as reformas das últimas décadas nos EUA: "Reign of Error: The Hoax of the Privatization Movement and the Danger to America's Public Schools" (O reinado do erro: A farsa do movimento de desestatização e o perigo para as escolas públicas da América) e "Vida e morte do sistema escolar americano: como os testes padronizados e o modelo de mercado ameaçam a educação". Diane Ravitch critica os pressupostos ideológicos e denuncia os resultados. É enfática na critica aos modelos empresariais hierarquizados de escolha de profissionais (com recompensas e punições financeiras) que negligenciaram a dimensão pedagógica e política da educação.

Mais recentes são "os estudos" que "desacreditam de forma inapelável" "o novo sistema de avaliação de professores patrocinado pela Fundação Gates e pelas bolsas do "Obama Race to the To": foi uma experiência cara sem nenhum ganho para os alunos". O programa baseou-se na avaliação dos professores pelas pontuações dos testes dos alunos e na observação de aulas com base em métodos de ensino padronizados. O modelo pontuava e premiava os professores altamente eficazes; despedia os ineficazes. Alguns reformadores associavam-no à rápida melhoria dos resultados dos alunos, mesmo aos de baixo desempenho. Acreditou-se que desprezaria os factores socioeconómicos. Estas teorias erraram. Concluiu-se que os professores não resolvem os problemas educativos. Estes modelos empurram os bons professores para fora da profissão e desencorajam a candidatura dos jovens com melhores resultados. São responsáveis pela escassez de professores. Há ainda resultados graves associados ao burnout dos professores que se manifesta cada vez mais cedo. Aliás, a (im)paciência dos professores portugueses está num nível semelhante.



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Contributo de Maria Silva (um comentário que passei a post).

 

"A má vontade mal resolvida contra os professores comporta vários fatores:


1- Um imaginário limitado em relação à importância da cultura e do saber, enformado por uma sociedade cujo perfil, no momento em que acontece o 25 de abril, apresenta a mais alta taxa de analfabetismo da Europa, situação que não foi resolvida, como deveria, com uma revolução cultural, mas que foi varrida para debaixo do tapete com a massificação da escola. Assim a massificação de diplomados que é hoje constituída por decisores e “opinion makers” deste país é oriunda deste perfil social e reconhece mais valor ao futebol do que ao teatro, por exemplo.
2- O facto da expetativa em relação à escola ser irrealista, de se atribuírem à escola missões impossíveis que obviamente só pode falhar. Por exemplo, espera-se da escola que descubra o brilhantismo oculto que existe em cada um nós, antes mesmo de que ele seja revelado perante o próprio. O professor tem o ónus de modelar mentes e vontades até ao infinito, tarefa que não se espera de psicólogos e psiquiatras que são especialistas na mente humana. A indefinição clara das incumbências da escola e das limitações da sua ação, servem a correlativa indefinição acusatória que flutua contra a escola e contra os seus agentes, os professores.
3- A assimetria social, não existem quotas de género para o grupo profissional dos professores, predominantemente constituído por indivíduos do sexo feminino. Esta situação é afetada por alguma simbologia social. O facto da sua imagem social não ser representada por executivos de fato e gravata, com um ar grave, influencia o estatuto social do grupo profissional dos professores, que são tuteados na praça pública com a familiaridade de quem vive na porta ao lado, sem se vislumbrar que a educação é um sector tão estratégico como as finanças, uma vez que a principal riqueza que este país possui são os recursos humanos, e todos: juízes, políticos, artistas, cientistas, metalúrgicos etc. são formados na escola.
A nossa sociedade atribui ao grupo profissional dos professores (apesar da exigente tarefa que lhe cobra) um estatuto remuneratório inferior ao de outros grupos profissionais com graus académicos equivalentes, porque aceita que o contributo para o orçamento familiar da mulher seja secundário em relação ao do homem.
O tradicional espírito de entrega e de sacrifício das mulheres e a sua capacidade de multitarefas, paradoxalmente, não ajuda ao seu reconhecimento."

 

Maria Silva.



publicado por paulo prudêncio às 13:51 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 01.07.18

 

 

 

Há já uma longa história de contendas entre os professores portugueses e os governos. Não raramente, a mesa negocial é ultrapassada pela saturação dos professores e os desesperados acordos fora de horas resultam inconsistentes. Aliás, terá sido um qualquer momento do mesmo género a inspirar a célebre guerra do Raul Solnado.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:43 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 30.06.18

 

 

 

Western é um filme muitíssimo bom que recebe 4 estrelas da generalidade da crítica. Está a um curtíssimo passo de se tornar uma obra maior. Será apenas o passar do tempo a certificar a 5ª estrela? Para já, é surpreendente e a não perder.

"Um grupo de trabalhadores alemães chega a uma zona remota da Bulgária para construir uma central hidroeléctrica. Ali, a maioria deles  adopta uma atitude de superioridade em relação aos habitantes locais, o que rapidamente os torna indesejados. A única excepção é Meinhard, um homem tranquilo e pouco dado a excessos que, por isso mesmo, depressa começa a ser ostracizado pelos colegas. Com o tempo, Meinhard (Meinhard Neumann) começa a fazer algumas amizades junto da  população. Com eles, apesar das diferenças culturais e da barreira linguística, vai descobrir um sentimento de comunidade que nunca tinha experenciado na sua própria terra…

Estreado na secção “Un Certain Regard” no Festival de Cinema de Cannes, um filme dramático sobre preconceito, rivalidade e poder, escrito, produzido e realizado pela alemã Valeska Grisebach (“És a Minha Estrela”, “Sehnsucht”)."
 
 

 



publicado por paulo prudêncio às 17:21 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

"Palhaçada este controlo e monitorização das progressões... baseados em upload de ficheiros EXCEL!"



publicado por paulo prudêncio às 14:24 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 29.06.18

 

 

 

A plataforma de sindicatos ouvirá os professores para decidir sobre a exigência de recuperação de todo o tempo de serviço. O estado a que chegámos motiva as interrogações: mas esta fortíssima greve tinha outro destino? Ainda há dúvidas?

Repitamos, para não nos esquecermos de que existe um executivo: onde esteve a mesa negocial desde Outubro de 2017? Não se sabia da possibilidade de um faseamento? Não se sabia da possibilidade de acelerar aposentações usando o tempo de serviço como crédito mas sem prejudicar quem não está nos escalões mais acima? E ficávamos aqui a debitar mais caracteres sobre o mesmo e a propósito das contas sem engenharia financeira. A sensação é que tudo se joga nos momentos do orçamento e que o trabalho de casa não se realiza a tempo. Os partidos políticos, como primeiros decisores, negoceiam, querem condicionar (ou são mesmo assim as hierarquias) os sindicatos e perdem a noção do real; ou então, é o resultado de mais de uma década a institucionalizar a ideia de só se estudar para os testes.



publicado por paulo prudêncio às 16:37 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

 

 

 

Para além do resultado da investigação que vai ler, há toda uma teia de influências com base no caciquismo, na corrupção e na partidocracia. É visível e não é de agora. Mas se ler a notícia, verá que há mais motivos para temer o futuro com a municipalização porque as novas gerações incluem "bons" alunos: "Ex-JSD suspeitos de criarem uma teia de influências nas autarquias. Objectivo desta rede era angariar negócios, mas também financiar o próprio PSD. Socialistas também terão participado no esquema".



publicado por paulo prudêncio às 09:54 | link do post | comentar | partilhar

Quinta-feira, 28.06.18

 

 

 

Estava nos EUA, mas já terá chegado. Embora haja jogo na Rússia, no sábado, já houve tempo para a selfie.



publicado por paulo prudêncio às 23:37 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

"A História não ensina nada a ninguém”. O tempo vigente na educação é a prova provada da afirmação de Vasco Pulido Valente. É que nem com a história recente se aprende. Os governos adiam o inadiável, perdem a noção do que existe e radicalizam; depois, é tarde.



publicado por paulo prudêncio às 21:00 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

""Centeno quer funcionários públicos mais motivados e a faltar menos". O ministro das Finanças defendeu hoje funcionários "mais motivados", uma cultura organizacional "mais proativa" e programas de saúde ocupacional que combatam o absentismo por doença ou acidentes de trabalho", diz o Expresso. A notícia é longa. Não sei se Centeno excluiu a educação desta entrevista, mas no caso escolar as componentes críticas estão há muito identificadas. Absentismo? Mais do que conhecidas as causas. Cultura organizacional? Também estão bem identificadas as viráveis a mudar, embora os serviços centrais do ME "concluam" o contrário. Há anos que ajudam a descer com uma deriva info-excluída. É preciso alterar para escalas organizacionais com dimensão civilizada, humanizada e desburocratizada e com ambientes democráticos consolidados como a base para o que Centeno deseja. A menos que o ministro também já tenha sido absorvido pelo centralismo democrático neoliberal do eurogrupo.

A imagem que se segue é a que acompanha a notícia. Talvez seja isso: o ministro está a brincar.

 

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publicado por paulo prudêncio às 15:09 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 27.06.18

 

 

 

Há muito que se conhece o imperativo da alteração da idade reforma dos professores. A SE Alexandra Leitão declarou hoje, ao que saiba pela primeira vez publicamente, numa entrevista ao Público - que tem um título que escolhi para o do post - : Uma coisa é despachar processos a uma mesa e outra é dar aulas a crianças." Ou seja, os professores são reconhecidos, obviamente, como corpo especial.

Há dias, terminei assim um post sobre a posição do executivo na contenda com os professores: "Agora, terá de ser célere e inteligente numa solução salvífica para as faces". 

Ou seja, há cerca de um ano que as negociações efectivas, e com publicitação dos detalhes, deviam ter começado. Não foi assim e a situação agravou-se. A mesa negocial perdeu o controle. Dá ideia que os professores andam a ser moeda de troca na concertação social, entre os partidos da geringonça, com o PSD e o PR. Mas não basta discursar sobre os milhares de professores que já deviam estar reformados, que não aumentam a massa salarial com a recuperação de tempo de serviço e que até o podem converter em créditos para a aposentação. É necessário que isso se concretize numa proposta. Por outro lado, há outros milhares de professores que estão entre o 1º e o 8º escalões que devem recuperar, mesmo com faseamento, os anos em discussão. Já se percebeu que não são os milhões de euros divulgados; muito longe disso. E há ainda um imperativo final: esta greve é dura. Que ninguém duvide disso nem o menospreze. É impressionante o grau de adesão. Merece, repito, que a mesa negocial, por iniciativa do executivo, seja célere e inteligente numa solução salvífica para as faces e que se decida algo de importante até ao final da semana.



publicado por paulo prudêncio às 18:38 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 26.06.18

 

 

 

A situação é grave para a democracia e para a educação. O colégio arbitral decidiu por unanimidade. Considerando a sua composição, a plataforma de sindicatos fica novamente numa posição muito difícil (como aconteceu há dias com a surpreendente rejeição do PCP em relação à ILC). Há uma certeza: a não recuperação do tempo de serviço colocou os professores no limite da paciência e a saturação traduziu-se na forte adesão às greves. A radicalização de posições cresceu e agudizou-se. Se existe uma contenda jurídica e uma discussão financeira, também há uma vertente política e eleitoral. É por isso que falar de vitórias (só vejo perdedores neste clima de desesperança), é não só precipitado como desconhecedor do estado do sistema.



publicado por paulo prudêncio às 22:07 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

 

 

 

Falta perceber quais serão exactamente os serviços mínimos (está em actualização).

 

"Perante a greve dos professores às avaliações, o colégio arbitral decretou esta terça-feira os serviços mínimos para os Exames Nacionais do 9.º, 11º e 12.º anos, apurou a SIC.

Através de um comunicado, o Ministério da Educação da conta da decisão do Colégio Arbitral e adianta que os conselhos de turma relativos ao 9.º, 11.º e 12.º anos terão de ser realizados até 5 de julho, "a fim de emitirem a avaliação interna final".

O colégio arbitral foi criado devido à falta de acordo entre sindicatos e Governo.

A greve dos docentes às avaliações começou no início de junho e está a afetar mais de 30 mil estudantes do secundário, que ainda não sabem que notas os professores vão atribuir.

O habitual é que os alunos prestem provas depois de serem dadas as classificações dadas pelos professores, e com base nessa nota (interna) se apresentem, ou não, a exame.

Os exames estão a decorrer desde dia 18 de junho, e 23% dos alunos não sabem que notas foram atribuídas."

 

Adenda às 18h57:

 

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publicado por paulo prudêncio às 17:56 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

 

 

 

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Pode ler aqui.



publicado por paulo prudêncio às 15:54 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

 

Captura de Tela 2018-06-25 às 19.54.56

 

Pode ler aqui.



publicado por paulo prudêncio às 09:55 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 25.06.18

 

 

 

 

O cepticismo, para quem já tem uma vida com alguma longevidade, é um sentimento egoísta em relação aos mais jovens? Percebe-se a resposta positiva, mas é refutável. Ouvi Pacheco Pereira dizer mais ou menos assim sobre o cepticismo relacionado com o estado da europa e do mundo: "Os alicerces da Europa foram minados pela corrupção. De cima para baixo e de baixo para cima. Basta olharmos à nossa volta." Há, portanto, fundamentos para o cepticismo. E se aplicarmos a interrogação inicial ao estado vigente na educação e se a longevidade dos professores é um dos factos que mais se evidencia, o cepticismo não pode ser um modo egoísta em relação aos jovens para que a esperança não ocupe o lugar dos mitos. Mas isso resolve-se, ou atenua-se, com factos e o cepticismo será um modo construtivo.

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publicado por paulo prudêncio às 22:18 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Contributo de Mário Silva.

 

"O próximo ataque do ME à reputação dos docentes.

 

Através do ‘Iavé’, o ME vai atacar a reputação dos professores no próximo mês de julho. Como? Quem acompanha os exames nacionais, detetou que houve alterações na estrutura deles e nas cotações (aumentaram nas questões de escolha múltipla). Estas alterações têm potencial para piorar as classificações dos exames e obviamente que isso será usado para atacar os professores com a falácia ‘estão-a-ver-esta-gente-a-reivindicar-que-lhes-paguem-as-progressões-e-afinal-os resultados-foram-piores’.

O ME que se arvora o protetor dos ‘coitadinhos-dos-estudantes-que-são-prejudicados-pelos-professores’, depois insidiosamente promove ações que prejudicam os mesmos estudantes nas suas médias de classificação final, usando subrepticiamente como ‘bode expiatório’ a classe docente; nem Maquiavel conseguia ser mais ignóbil…

“Os alunos concordaram que a derradeira questão da prova era a mais complicada e estavam também alinhados no principal assunto de quase todas as conversas: a estrutura do exame deste ano. Ao contrário do que vinha sendo habitual nos anos anteriores, o exame nacional de Matemática A foi dividido em dois cadernos.

«Nós somos sempre as cobaias do Iave», queixa-se Ana, já fora da escola. «Se quisesse voltar atrás a alguma das perguntas do 1.º caderno, não podia», explica.

 

Jornal Público (25/06/2018)



publicado por paulo prudêncio às 21:47 | link do post | comentar | ver comentários (13) | partilhar


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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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