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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

dos equívocos e do racionalismo

21.04.13
        A última semana ficou marcada pelo inacreditável erro em Excel que já empurrou milhões de pessoas para o desemprego. A tese, de 2010, que afirmava que acima dos 90% de dívida pública a recessão económica seria "irrefutável" prevaleceu como modelo matemático único e em Portugal também.   Sem sequer trazer para a discussão o espectro da corrupção que parece dominar o mundo financeiro, podemos considerar uma espécie de confronto entre racionalistas e empiristas.   (...)

rigor?!!!

03.09.12
              O ex-ministro da saúde Correia de Campos é classificado como um tecnopolítico sabedor e rigoroso. Na sua crónica no Público de hoje elogia o aumento da qualidade no sistema escolar com as políticas dos últimos governos do PS.   É caso para nos questionarmos com o modo como este gestor afere a qualidade dos sistemas. Sobre o sistema escolar foi taxativo (...)

previsões e previsões

30.04.12
    Numa época em que até as previsões climatéricas só são fiáveis para a semana seguinte e em que os economistas estão em total descrédito, o ministro das finanças consegue determinar que os subsídios e as reformas só voltarão ao estado de legalidade em 2018. E para quando é que este senhor prevê o retorno do capital que o Estado afundou no BPN? Será que estes tecnopolítcos só conseguem fazer previsões para um dos lados da balança?   Subsídios serão repostos ao ritmo de 25% por ano a partir de 2015 (...)

extremos que se tocam?

21.04.12
      A sensatez e o equilíbrio (não confundir com ausência de capacidade de decisão, com falta de determinação ou de coragem) são as virtudes mais difíceis de conseguir e, por incrível que possa parecer, são as menos valorizadas pela opinião publicada e pelos comentários que preencheram as "redes sociais" ao longo dos tempos. Em regra, só sentimos a falta dos dois atributos, e a exemplo da democracia, quando os perdemos. Até lá, são politicamente incorrectos.   Ve (...)

Por que não se faz um ministro de gente séria?

22.02.12
    E é um facto que os tecnopolíticos, e os descomplexados competitivos, vão tomando o poder sem serem sufragados ou, quando muito, são eleitos de forma mitigada.   Balas de papel, Gualdino Gomes e Carlos Sertório, 1892 "Íamos na plataforma de um americano do Rossio pela Pampulha, no dia 16 de Janeiro do corrente ano, quando ouvimos um delicioso diálogo travado na rampa de Santos entre um deputado engenheiro – e engenhoso -, muito dado aos apartes na câmara dos seus (...)

pelo euroviete supremo

23.11.11
    E entretanto, e pelo euroviete supremo, há quem diga coisas incómodas. É uma intervenção de Nigel Farage, um conservador antifederalista que mais parece um esquerdista corporativista. Imperdível e com menos de 3 minutos.  

vou percebendo

21.11.11
    Os exemplos de Mario Monti (primeiro ministro italiano), Lucas Papademos (primeiro ministro grego) e de alguma forma de Vitor Gaspar em Portugal ajudam a clarificar alguns conceitos. O termo tecnocrata (de tecnocracia, governo de técnicos) vai sendo substituído pelo tecnopolítico (político que é um técnico) e explica a capacidade dos segundos tomarem o poder sem se sujeitarem ao sufrágio directo e universal. São técnicos com habilidade política.   Lembrei-me disso (...)