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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

está bonito, está

12.04.13
            Não sei se o ex-assessor do ministro da economia Álvaro Santos Pereira concluiu, no convívio com o ministro Gaspar, que o indivíduo tem comportamentos antissociais, que é de um egocentrismo extremo e que revela instabilidade e impulsividade. A ser assim é um psicopata social. Se Gaspar é agressivo e dirige essa pulsão contra a sociedade e tem com frequência comportamentos violentos e perigosos é um sociopata. Levezas à parte, e até porque perante um sociopata ou um

chegámos a um ponto tal...

03.02.13
      ... e ainda na sequência do "escurinho".   O politicamente incorrecto tomou de vez o lugar do politicamente correcto. Uma pessoa que tenha um exercício honesto, ou que defenda essa condição, desactualizou-se. Os politicamente correctos da actualidade são uns brincalhões e umas brincalhonas. São uma espécie de invertidos: existem na alteridade e sem espelho.

das ingenuidades e das agendas escondidas

10.12.12
            Li, em Bertrand Russel, aproximadamente o seguinte: sempre que um grupo não consegue o seu objectivo imediato, projecta a frustração em alguém que classifica como ingénuo; em regra, esse alguém ocupa a posição de seguido-não-controlável que alguns membros do grupo desejam para si e que nunca realizam. Também é comum classificarem como agenda escondida os silêncios dos seguidos-não-controláveis.   Pelo que se vai confirmando, os últimos (...)

na mesma edição

05.09.12
    Gosto de jornais, mas é frequente chegar ao fim do dia com a edição impressa por ler. Sinais dos tempos. Apesar de resistente, confesso que as Sextas-feiras e os fins-de-semana passaram a ser os únicos dias obrigatórios.   A edição do Público de hoje ia escapando. Dei com uma entrevista a João Semedo do bloco de esquerda com o seguinte lead:         Com a (...)

ventríloqua

26.06.12
    Os professores portugueses reconhecem com facilidade as figuras retratadas no texto.   "(...)O socioeconomista von Hayek (Frederich A. von Hayek, "La Route de la servitude" (PUF, 1993)) observa que o poder que emana de um particular expressamente determinável - de um "tirano" - se torna rapidamente odioso, e certamente bastante mais insuportável do que as pressões exercidas por uma entidade anónima e não localizada - uma opinião pública ou um mercado - entidade que (...)