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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Dos monopólios privados e do fim do segundo PREC

11.04.15
      "Diminuíram as camas nos hospitais públicos, mas isso não significa redução da despesa porque aumentámos muito as camas privadas financiadas pelo Estado", confessou um dos SE da saúde num fórum TSF durante a semana. Esta constituição de monopólios privados que capturaram o Estado foi também desenhada para a Educação. O que acabei de (...)

estado social ao fundo?

18.02.15
      A actual maioria, e de resto o arco dos poderes europeus no que levamos de milénio, fez o que estava ao alcance, e até para lá disso, para diminuir o estado social e favorecer os tais um por cento que não param de se endinheirar (claro que há uns quantos que caíram em desgraça). É factual e não adiantam meias-palavras: puseram-se do lado mais neoliberal que escolheu a Europa como alvo primeiro.   O sistema de saúde está em estado-de-falhas-graves-diárias. É uma (...)

lidar com a gripe e com os ultraliberais

28.01.15
        Sou quase totalmente cliente do Serviço Nacional de Saúde; só os dentistas e uns exames de diagnóstico escapam. Não tenho razão de queixa e a saúde também tem sido simpática. Mas com a segunda rodada da gripe, e com a informação que vamos tendo, dá para perceber o efeito dos ultraliberais. É impressionante. Para além do mais mediatizado que merecia um "chega" a um ministro sinistro, impressiona que alguém com ADSE pague mais numa consulta à médica de (...)

mas os privados não faziam mais com menos?

19.08.14
      A "desgraça" da bancocracia evidenciou a falácia de que os privados geriam melhor e faziam mais com menos.   E já nem me refiro à Educação onde têm falido várias universidades privadas a par dos escândalos de privatização de lucros no não superior em cooperativas que precarizaram professores e outros profissionais.   Na saúde, onde o apetite dos DDT´s começou mais cedo, de forma mais agressiva e se manteve mesmo após as sucessivas derrapagens financeiras (...)

mas não estamos num estado de excepção?

30.06.14
          O Governo foi para além da troika, acreditou numa destruição criadora e promoveu políticas de desigualdade que protegeram os mais ricos (os tais 1%). É factual, foi assumido pelos próprios numa lógica arrepiante de serventia à malta dos salões e da alta finança que tem da ética e da democracia uma visão longínqua.     Ontem, um SE da saúde acusou a (...)