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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

primeira elegia

29.03.15
        A poesia de Rainer Maria Rilke não é fácil e é preciso reler algumas vezes. O resultado é sempre sublime. É um dos meus poetas preferidos.   Uma das suas obras maiores, "As elegias de Duíno", confunde-se com a aura do local onde o poeta a iniciou: o castelo de Duíno que se situa perto da cidade de Trieste e sobre o mar Adriático.   Deixo-vos uma parte - na tradução de Maria Teresa Dias Furtado - da primeira elegia.           Se eu (...)

primeira elegia

04.11.14
      A poesia de Rainer Maria Rilke não é fácil e é preciso reler algumas vezes. O resultado é sempre sublime. É um dos meus poetas preferidos.   Uma das suas obras maiores, "As elegias de Duíno", confunde-se com a aura do local onde o poeta a iniciou: o castelo de Duíno erigido perto da cidade de Trieste e sobre o mar Adriático.   Deixo-vos uma parte - na tradução de Maria Teresa Dias Furtado - da primeira elegia.       Se eu gritar quem poderá (...)

"a morte sem mestre"

10.06.14
              "A morte sem mestre" de Herberto Helder exigiu o pagamento antecipado para a aquisição de um exemplar de mais uma edição limitada. Já tinha sido assim com o "Servidões", apesar da questão financeira ter seguido a modalidade habitual. Desta vez, somos premiados com um CD com cinco poemas lidos pelo autor.           O primeiro poema remeteu-me para Rilke (...)

da primeira elegia

30.04.14
        A poesia de Rainer Maria Rilke não é fácil e é preciso reler algumas vezes. O resultado é sempre sublime. É um dos meus poetas preferidos.   Uma das suas obras maiores, "As elegias de Duíno", confunde-se com a aura do local onde o poeta a iniciou: o castelo de Duíno que se situa perto da cidade de Trieste e sobre o mar Adriático.   Deixo-vos uma parte - na tradução de Maria Teresa Dias Furtado - da primeira elegia.           Se eu (...)

da nona elegia

29.04.14
              A nona elegia. Porquê, se é possível viver o prazo da existência, até ao seu termo, como loureiro, um pouco mais escuro do que todos os outros tons de verde, com pequenas ondas no rebordo da folhagem (como o sorriso de um vento) -: porquê então esta forçosa existência humana -, e, evitando o destino, ter saudades do destino?... (continua)         Rainer Maria Rilke. As Elegias de Duíno, Tradução de Maria Teresa Dias Furtado, Assírio (...)

administra

11.02.14
        Há duas ideias que me ocupam a mente nos picos de contestação que envolvem grupos de pessoas: o aforismo de Wittgenstein que diz que "as relações humanas poderiam ser muito diferentes se fosse transparente a relação entre dor e linguagem, se sentíssemos a dor do outro ao ouvi-lo enunciando a palavra" e a certeza de Rainer Maria Rilke de que, em qualquer circunstância e por mais rodeados de pessoas que estejamos, "estamos irremediavelmente sós".   Os (...)

tudo aponta(va)

09.10.12
      "Depois da desorientação com a TSU, o discurso oficial de austeridade esforça-se por voltar ao único ponto que consegue ser de partida, de percurso e de chegada: os cortes nos do costume e com os professores no lugar cimeiro da fila dos escolhidos.   E os professores já estão mais do que avisados do lema rilkeano: estamos irremediavelmente sós."     O que leu é um conteúdo de um post de 26 de Setembro de 2012.   A Fenprof, que já deve ter recebido o que estará em (...)

nona elegia

05.08.11
      A nona elegia. Porquê, se é possível viver o prazo da existência, até ao seu termo, como loureiro, um pouco mais escuro do que todos os outros tons de verde, com pequenas ondas no rebordo da folhagem (como o sorriso de um vento) -: porquê então esta forçosa existência humana -, e, evitando o destino, ter saudades do destino?... (continua)   Rainer Maria Rilke. As Elegias de Duíno, Tradução de Maria Teresa Dias Furtado, Assírio & Alvim.

para o momento

18.04.11
          Não há nada melhor do que regressar aos clássicos. Nos dias em que os países perecem entregues aos piores de nós, é bom relembrar coisas do género:    "(...)Se o quotidiano lhe parecer pobre, não o acuse: acuse-se a si próprio de não ser bastante poeta para conseguir apropriar-se das suas riquezas.(...)".     A frase é de Rainer Maria Rilke, em (...)