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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

o orçamento já tem o tempo da opinião pública

19.10.14
      Como vivemos fora do tempo conhecido - curto, médio e longo prazos (opinião pública, legislatura e constituição) -, a discussão à volta do orçamento de Estado tem o tempo da opinião pública. Basta olharmos para os últimos orçamentos e para os respectivos rectificativos, para concluirmos que o documento é mais um exercício retórico que governos e oposições usam com oportunidade mediática.   Até há, no tempo vigente em Portugal, uma sensação de (...)

recorda o tempo do vinil riscado

15.10.14
    O orçamento de Estado para 2015 tem um sector alvo dos cortes mais elevados. É difícil adivinhar qual é? Claro que não. O ensino não superior, com um corte previsto de 700 milhões, ficará sem osso.    O detalhe do Expresso é curioso. Remete os cortes para o "primeiro ciclo por causa da natalidade" e para a eficácia na constituição de turmas nos privados encostados ao Estado.   Ou seja, como não se prevê que decidam no que seria óbvio (redução de turmas), (...)

só faltavam estes

23.10.13
            Continua o corrupio de pressão sobre o Tribunal Constitucional para que a ganância aprofunde a luta desigual entre classes; vigente também em Portugal.   Já vieram os bancários nacionais que estão ao serviço de quem manda, também debitaram sentença os governantes e a legião de assessores espalhados pelos órgaõs de comunicação social e até o FMI, o eurogrupo e o presidente da nossa República não resistiram às encomendas.   As agências de raiting devem (...)

84% versus 4%

16.10.13
      Se este "orçamento2014" for em frente, não restará pedra sobre pedra da escola pública que arduamente construímos. A situação já é caótica, mas os predadores não estão saciados. Propõem um corte de 84% nas reformas, na função pública, na Educação e na saúde e 4% nas taxas para a banca, para as petrolíferas e para as redes de energia. Os dirigentes das duas associações de directores escolares dizem que será melhor fechar as escolas (...)

descaramento

18.10.11
      Depois de mentir sobre a suspensão do modelo de avaliação de professores ainda em curso desmiolado, o governo inscreve no orçamento de estado uma pérola que o Paulo Guinote detectou.   O modelo que se pretende impor valoriza tudo menos a sala de aula. Deixou cair a dimensão ética porque o totalitarismo da sua aplicação era (...)