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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

da classe média que defendeu, e defende, a corrupção convencida que era ideologia

04.07.14
          Impressionaram-me, e impressionam-me, os empobrecidos da classe média que defenderam os corruptos, e os seus serviçais, convencidos que eram liberais de direita ou de uma qualquer terceira via. E nesse grupo incluem-se muitos professores que serviram de alguma forma "democratas-cristãos", "sociais-democratas" e "socialistas de vias diversas". É claro que a (...)

do consumo, do mercado e das contradições dos liberais

14.02.14
        Termos perdido uma boa parte da lógica da cadeia de abastecimento pode ser uma causa primeira do imbróglio em que estamos metidos. Dá ideia que avançarão as sociedades que resistirem e que considerarem o homem em todas as suas dimensões. Encontrei duas passagens interessantes, e intemporais, em Adam Smith (2010:57), Riqueza das nações, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.       (...)

da natureza das coisas

07.09.13
      Os dos achamentos essenciais do género-Nuno Crato (não restam dúvidas do back to basics mais retrógrado e estou a pesar bem e não incluo "ajustamentos" financeiros) acrescentam sempre enfoques desesperados na formação de mão-de-obra para as "gorduras" cortadas. É mais uma contradição ideológica dos ultraliberais.   O abandono escolar das mãos, seja nas artes, nas tecnologias ou demais actividades (que incluem os manga de alpaca modernos e desculpem dito (...)

da contra-ofensiva

30.04.13
        Podemos agrupar os austeritaristas e o seu contrário (keynesianistas, por exemplo) numa contenda entre racionalistas e empiristas. De um lado a matemática (e recordo a polémica-excel) e do outro a cultura, digamos assim.   Os auteristaristas refugiam-se no liberalismo. Leio com frequência quem lhes acrescenta o prefixo neo e são menos os que optam pelo ultra. Tenho escolhido o segundo, como se pode ler aqui (...)

dos cortes nos salários

09.04.13
          Alguns adeptos das actuais políticas do Estado mínimo invocam o liberalismo e Adam Smith para fundamentarem que a queda dos salários é uma consequência do empobrecimento da sociedade.   Era bom que remetessem para os "soldados" do Goldman Sachs a tese que indica a obrigatoriedade da queda dos salários para que o empobrecimento da sociedade possa ser sustido e mais tarde contrariado. A queda dos salários tem de ser acompanhada da queda dos lucros e das rendas e, (...)

da génese das corporações

01.04.13
        Os ultraliberais do arco governativo passaram, e passam, o tempo a acusar os professores portugueses de corporativismo. Não é uma classificação que me desagrade, apesar da forma injusta como é usada já que se "promove" com frequência os deveres de cidadania e os méritos da defesa da escola pública e da profissionalidade dos professores. Como é que se cumpre esse dever cívico sem uns laivos de corporativismo é que gostava de saber. Saliente-se que os professores que (...)

pensar o mundo

06.02.13
              Temos uma grande dificuldade em pensar e podemos afirmar que se pensa pouco. Foi mais ou menos assim que Manuel Maria Carrilho iniciou a sua conferência no auditório da ES R. B. Pinheiro nas Caldas da Rainha. O filósofo foi apresentado por Rui Grácio, que fez uma breve passagem pela obra "Pensar o Mundo", numa iniciativa do CFAE Centro-Oeste. Pensar (...)

da história do pragmatismo

01.02.13
          As questões de "ser" e"dever ser" atravessam a História e a economia política não foge a isso. Se Adam Smith é considerado uma espécie de pai do Liberalismo e do primado do individual, Marx e Keynes surgem, mais o primeiro, claro, como a outra categoria da contradição.   Quando as lutas sociais atingem picos, como acontece na sociedade portuguesa, são comuns as críticas aos que se movem apenas por interesses particulares. Tenho percebido que não escapamos a esse (...)