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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

coisas que se repetem

11.04.13
        Nuno Crato deve estar, pelo menos, no estado de épochè em relação às políticas que inaugurou ou aprofundou, mesmo que se venha a justificar que as desenhou como sub-SE-adjunto das finanças, e começa a responsabilizar os professores pela parte maior do sucesso escolar dos alunos. Já Lurdes Rodrigues usou o mesmo estratagema quando começou a registar o espalhando das suas epifanias.   Se os professores fossem muito corporativos aceitavam o elogio e faziam valer (...)

de inverdade em inverdade

23.03.13
Não confiámos em Nuno Crato quando o ministro declarou que no seu mandato os professores não seriam colocados em mobilidade especial e tínhamos razão. Crato diz agora que não podia evitar por mais tempo a pior das injustiças à profissionalidade dos professores. Com tanto corte a eito (a prazo se provará que também agravou o insucesso e abandono escolares (...)

tal como se previa (2)

20.03.13
          Nuno Crato e o SE Casanova não disseram a verdade sobre os professores do quadro quando asseguraram que a mobilidade nunca se aplicaria a estes profissionais. E nem vale a pena usar o argumento de que há docentes sem componente lectiva. Isso só acontece por causa das drásticas reduções que se verificaram na carga curricular e na gestão escolar.   É fácil eliminar disciplinas ou semear o caos organizacional nas escolas e depois dizer que se tem professores a (...)

sem espaço

01.07.12
          Passos Coelho disse inverdades em campanha eleitoral e só o fez para conseguir votos. Não adianta justificar-se com a ausência de bola de cristal. Disse que nunca cortaria os subsídios aos funcionários públicos. Classificou como Kafkiano e de uma injustiça brutal o modelo de avaliação de professores e que o suspenderia de imediato. Não o fez e, como (...)

mais do que provado

26.10.11
    Passos Coelho disse um rol de coisas em campanha eleitoral que não cumpriu. Nem adianta refutar. Pior: fez o contrário num registo que se pode considerar de inverdades e está a exercer de um modo semelhante ao seu antecessor. Lá terá as suas justificações e os últimos dias têm sido férteis em desculpas que não convencem e que só pioram a (...)