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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Angariar para Suportar Greves

14.02.19
    Há muito que os professores organizam fundos de greve. Fazem uma quotização entre si e suportam os cortes financeiros. Mais recentemente, houve duas situações dessas nas greves às avaliações dos alunos através da falta de um professor a um conselho de turma (vulgo reunião de notas). Angariar fundos para suportar greves é legal e justo. O profissionalismo não é exactamente um sacerdócio. Dá ideia que o futuro próximo desenha mais episódios desse fenómeno. A (...)

Os Professores e As Esperas

13.02.19
      O PR vetou a recuperação parcial do tempo congelado e apelou à criatividade. O Governo disse que reabrirá negociações. Faça-se um aviso técnico em tom irónico: não há preparação para apurar com rigor quanto custa a recuperação total do tempo de serviço; não vale a pena esperar pelos números. O tempo passa e nada acontece. Entretanto, aumenta a frequência de notícias com a falta de professores. E era fundamental que a sociedade conhecesse o desprezo (...)

Greves e Analogias

08.02.19
      Ouvi muitos disparates sobre a carreira dos professores nestes mais de dez anos do cíclico "arremesso a quem lecciona". É também por isso que não falo do que não sei. Mas sei que a sociedade "estimula" a cidadania activa para além de partidos e sindicatos, mas que depois os poderes formais, comunicação social incluída, não perdoam o "atrevimento" se não estiver dentro dos limites estabelecidos no século anterior. É como se a democracia fosse estática. O meu blogue (...)

professores descrentes, agastados ou radicalizados

06.10.18
      A generalidade dos professores está descrente, agastada ou radicalizada. Como alguém disse, "só os alunos dão ânimo aos professores". Há mais de uma década que é assim. A mediatização abre com greves, manifestações, vigílias ou protestos pontuais e é intervalada por analistas, jornalistas, comentadores, tudólogos e dirigentes políticos que se entretêm no "arremesso ao professor". Quando se prova que mentiram, nada é reposto. É uma devassa inigualável. Até (...)

aumenta o número de professores radicalizados

04.10.18
    Basta passar pelos grupos de professores nas redes sociais para constatar a subida da radicalização. Salienta-se o extremar de posições de pessoas ligadas à FNE (claro que há excepções e muitos casos de coerência nas posições) ou aos partidos agora na oposição. Os outrora horrorizados com grevistas, rasgam vestes e manifestam ira. Há quase uma década que não se assistia a este pico radical dos professores com esse pensamento político. Aliás, quem acusa a Fenprof (...)

da saga "vencê-los pelo cansaço"

01.10.18
      Dá ideia que a negociação do orçamento passa por um aumento simbólico dos funcionários públicos. Será assim porque é ano eleitoral. O orçamento tem que ser aprovado e os cálculos eleitorais estão ao rubro. A oportunista oposição está à espreita. É demasiado mais do mesmo. Os funcionários públicos não mereciam mais este ónus junto do bullshit mediático. Entretanto, "Greve de professores. 75% de adesão e muitos alunos sem aulas em Lisboa, Setúbal e Santarém." (...)

das greves e da pusilanimidade

27.09.18
      Não sei o suficiente sobre a saga dos taxistas para ter opinião. Mas registei uma espécie de analogia com a recente greve dos professores às avaliações: a sensação de que o Governo adoptou a mesma táctica: "vamos vencê-los pelo cansaço". Tenho pena que o Governo não consiga fazer melhor e também registo o silêncio cúmplice de todas as forças parlamentares. Nuns casos pelo conhecido oportunismo, noutros por pusilanimidade.

da mesa negocial sobre os professores

25.07.18
      É este o resultado da comissão técnica? É isto que têm para dizer depois destas greves? Os sindicatos dizem que o Governo não tem dados rigorosos? Li várias notícias e concluí: a mesa negocial está em-estado-de-fingimento (ou a gozar?) e depois admira-se com a radicalização vigente com tendência a agravar-se. O Expresso apresenta o problema assim "Proposta para recuperar dois anos e 9 meses de tempo de serviço custa 180 milhões de euros. No final da reunião sobre os custos do descongelamento e da recuperação de tempo de serviço, o Governo voltou a reafirmar as suas contas e os sindicatos mantiveram as suas dúvidas.(...)Negociação política só em Setembro.(...) (...)