Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

da condição de protectorado

03.04.16
      Portugal não se libertará tão cedo da condição de protectorado (Draghi no Conselho de Estado é mais um exemplo). Não se trata apenas da tímida Federação de Estados Europeus que permite a arrogância de alguns comissários sem legitimidade democrática.   O que mais surpreende é a venialidade às posições do errante FMI. O que é que se passa? O FMI, que nos dias pares confessa erros graves e nos ímpares "alarma-se" com qualquer sinal não austeritarista, (...)

Leia, sff, mas sentado

04.02.16
      Leia, sff, e tente adivinhar quem fez estas declarações antes de encontrar as soluções no parágrafo final; mas sentado como na imagem (prémio 2014 do melhor cartoon da Press Cartoon Europe).   “Não é preciso ser altruísta para apoiar políticas que elevem a renda dos pobres e da classe média. Todos beneficiarão com essas políticas porque são essenciais para gerar crescimento mais alto, mais inclusivo e mais sustentado. Ou seja, para se ter crescimento mais (...)

obviamente que é a política

12.10.15
          Uma democracia exige respeito pela legalidade, neste caso pela letra e pelo espírito da constituição, que inclui os resultados eleitorais. A PàF teve mais votos (duvida-se que o PSD o conseguisse sem coligação, mas isso agora é secundário) ficou longe da maioria de deputados e o PR reuniu de imediato com Passos Coelho. Antes do acto eleitoral, o PR anunciou que "exigia" uma maioria estável de governo, os líderes dos partidos tradicionalmente com mais votos (...)

da "superioridade" dos anti-Grécia

22.07.15
      Peguem em Cavaco Silva, Passos Coelho e Nuno Crato e ponham-nos, devidamente mediatizados, a concorrer como se fossem professores contratados no inferno burocrático que está em curso. Em seguida, obriguem-nos, e devidamente assessorados pelo secretário Casanova, a explicar ao mundo como é que um país pode ser tão improdutivo e armar-se em superior em relação aos parceiros na União. Depois admirem-se que o FMI vá passando a mensagem que Portugal é o próximo.   (...)

ficaremos que nem gregos?

28.06.15
        Tenho ideia de ter lido algures e concordo: "o plano A do Syriza contava com a social-democracia europeia, mas essa corrente está dominada pelo neoliberalismo: por ideologia ou benesses ilimitadas ou por táctica eleitoral".   Por cá não é diferente.   Está a "ver-se grego" significa "está a passar um mau bocado". Esta antiga expressão portuguesa deve ser, e repito o post que fiz há dias, bem recordada pelos portugueses. Quando Lagarde diz, hoje, "que o referendo não faz sentido (...)