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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

12.000 milhões para cá, 20.000 milhões para lá

01.06.16
     De 2007 a 2015, o financiamento à banca apresentou (BPN, BES Novo Banco e BANIF), números do BdP, as seguintes crateras: 12.600 milhões de euros no défice orçamental e 20.000 milhões de euros na dívida pública. É só fazer mais contas e perguntar quem é que vivia acima das possibilidades. São imparidades e empréstimos impossíveis de pagar; coitados.

do pano verde

12.04.15
        Não é recente a sensação de que o país está no pano verde. O caso GES, mais propriamente o BES e as empresas da saúde e dos seguros, deixaram valores fundamentais da comunidade à mercê do casino puro e duro. E convenhamos: os estados licenciaram os privados com base em três pressupostos: geriam melhor, faziam mais com menos e garantiam uma superioridade ética.   A exemplo dos negócios da água ou da luz, os denominados "sempre a facturar", a questão obedecia (...)

como agradecem

20.02.13
        João Moreira Rato, presidente do IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública - IGCP, E.P.E), foi peremptório: a dívida pública portuguesa foi a mais lucrativa do planeta em 2012. E ouvi-o dizer mais: as finanças orientais não entram nestas loucuras, a banca ocidental (com os gulosos EUA na liderança, dando razão à exportação da corrupção (...)

Os cavalos também se abatem

18.12.12
        Encontra aqui a crónica de Nicolau Santos, no Expresso Online, que colo de seguida.     "Este ano já foram abatidos em Portugal 2803 cavalos da raça puro sangue lusitano. Não foram abatidos por doença, mas porque os seus criadores não conseguem vendê-los e também começam a não ter meios para os alimentar. Por isso, entre vê-los morrer à (...)

dados e mais dados

08.12.12
        Já são poucos os que não apontam a banca mais gananciosa como o epicentro da tragédia em curso. Joseph Stiglitz, prémio nobel, foi mesmo incisivo com o modelo de corrupção norte-americano e classificou o tempo actual como o da maior transferência de recursos financeiros das classes média e baixa para a alta.   Em países como Portugal, onde a pequena corrupção é apreciada como (...)