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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

do descaramento

10.11.12
      Quem propõe que os alunos passem directamente do 3º ciclo para os politécnicos argumenta que as instiruições do ensino superior vão ensinar com as metas curriculares do ensino secundário.   Sendo assim, só há uma pergunta óbvia a fazer: então porque é que isso não se faz em escolas secundárias que foram renovadas recentemente com milhões de euros e têm professores mais do que preparados?

29 milhões como pano de um fundo esquisito

09.11.12
        Somando nos orçamentos de 2012 e de 2013, o MEC inscreve cerca de 29 milhões de euros para estudos e pareceres. Considerando os brutais cortes em curso, é uma decisão que nos deixa perplexos. Onde está a retórica implosiva de Nuno Crato?   Percebe-se que boa parte desse despesismo está a ser consumido nas "alterações" no ensino profissional e num apressado relatório que tentará contrariar o último do tribunal de contas.   Nuno Crato propõe que se transfira (...)

em que é que ficamos?

08.11.12
          De acordo com o presidente da Siemens Portugal, a chanceler Merkel vem também em busca de 60.000 jovens engenheiros portugueses (o número parece que subiu para 100.000 e pode chegar aos 200.000) e vai começar por oferecer uns estágios. Ou seja, dá ideia que a poderosa Alemanha tem graves insuficiências no seu sistema escolar e espera-se que não seja por causa do algo desacreditado sistema dual precoce. A desistência associada ao pragmatismo paga-se sempre e a um (...)

três vezes

30.08.12
      O MEC prepara-se para mais uma alteração de nomenclatura: os cursos de educação e formação (os CEF´s) dirigidos aos alunos do 3º ciclo passam a cursos de ensino vocacional (os CEV´s). Parece existir uma grande novidade: um aluno que reprove três vezes é obrigado a inscrever-se num CEV.   (...)

o ensino profissional é um logro

29.08.12
    Texto de Santana Castilho no Público de 29 de Agosto de 2012.   É recorrente considerar que a falta de preparação profissional responde por boa parte da falta de competitividade da economia portuguesa, embora seja astronómica a dimensão do dinheiro consumido por programas de formação, em 38 anos de democracia. Compreende-se o paradoxo quando se analisam os critérios (ou a sua ausência) que têm presidido às respectivas decisões políticas. Nuno Crato acaba de (...)

direito à indignação

21.05.12
          Os nossos jovens adultos, e até os que estão no final da adolescência, têm razão para se sentirem defraudados. Durante anos a fio, a oferta no ensino superior, e no secundário profissional, obedeceu à ganância financeira e certificou um passaporte para o desemprego ou, quando muito, para um emprego precário que era conseguido com a omissão da formação (...)