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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

já não mudo

10.10.17
    1ª edição em 15 de Novembro de 2010   Há aspectos na vida em que já não mudo. Vem isto a propósito do fim do prazo para a entrega dos objectivos individuais e para a candidatura a muito bom ou excelente.   Estive no décimo escalão e deixei de ser titular (uma vergonha a menos). Depois passei para o terceiro, de repente para o nono e de seguida retiraram-me do topo da carreira: a legislação, que tal como os direitos adquiridos (...)

Governo dá um sinal de esperança

17.01.17
      Aceitar um mínimo de dez anos de serviço para a vinculação de um professor contratado (há imensos com mais de vinte) é um sinal da decadência (irreversível?). A aceitação inclui a entrada na carreira no ponto zero com "eliminação" do serviço prestado. Este sinal de "sensatez", ou um imperativo da possibilidade, foi partilhado, naturalmente, por quem se bateu, durante anos e com sucesso, pelos direitos dos professores contratados junto da Comissão Europeia. (...)

da história dos direitos

21.11.16
      A história da distribuição da riqueza é política. Não se reduz a mecanismos puramente económicos. Lê-se em dois clássicos: a "Riqueza das Nações" de Adam Smith ou "O capital no século XXI" de Thomas Piketti. Sempre foi questionável a noção de que a economia é uma ciência independente da filosofia moral e política. A foto, e a sua história, remete-nos para a complexidade do problema: há sempre uns quantos que aspiram enriquecer à custa do trabalho dos (...)

do dia seguinte

08.11.16
      Sabemos que a diplomacia internacional se exerce no espírito das guerras. Podemos dizer o mesmo de algumas campanhas eleitorais. A eleição presidencial nos EUA é sempre disputada. Obama concretizou um momento histórico inesquecível, mas o tempo em exercício foi insuficiente para "resolver" a grave situação que encontrou no médio oriente. O (...)

concordâncias

01.11.16
      Susan B. Antony (1820-1906) foi uma feminista norte-americana. Tem uma frase célebre que diz mais ou menos assim: "Não confio em pessoas que sabem exactamente o que Deus quer que elas façam". Na minha modesta opinião, este aforismo não é intolerante com os crentes; o detalhe importante estará no exactamente que serve para o machismo muçulmano e sublinha a importância da exaltação sem complexos do ateísmo. Causa do milénio que agora começou.