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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

"A desigualdade é uma escolha política", disse ontem Stiglitz

02.12.15
      "A desigualdade é uma escolha política", argumentam Stiglitz, Krugman e Piketti que assim contrariam economistas métricos e incompreendidos como Passos Coelho, Maria Luís, César das Neves, Camilo Lourenço, Gomes Ferreira, Medina Carreira e Pedro Arroja. É injusto que o mundo conhecido despreze a sapiência destes lusitanos que remetem toda a sua fulminante erudição para um-quarto-de-folha-A4 de economia doméstica (das donas de casa, como derrapam em vocabulário (...)

Da história das desigualdades

16.10.15
        "(...)Em particular, a redução das desigualdades observada nos países desenvolvidos entre os anos 1990-1910 e os anos 1950-1960 é antes de mais o produto das guerras e das políticas públicas levavas a cabo na sequência desses embates. Da mesma forma, a subida das desigualdades desde os conflitos dos anos 1970-1980 deve muito às reviravoltas políticas ocorridas nas últimas décadas, nomeadamente em matéria fiscal e financeira. A história das desigualdades (...)

o fim de um ciclo?

11.05.14
          Os excessos de normalização no ensino que se traduzem nas metas curriculares levadas ao cume, na estandardização dos diversos procedimentos didácticos, na uniformização das provas de avaliação e na sua calendarização comum voltam, naturalmente, a aproximar-se de um fim de ciclo.   É evidente que a história da docimologia já assistiu a momentos parecidos, mas o capitalismo selvagem como fim da história levou os excessos ao domínio do inumano.   Há (...)

imagens da tragédia

29.03.14
            Numa sexta-feira recente, pelas 21h00 na estação de Santa Apolónia em Lisboa, assisti a uma situação semelhante. A entrada da estação estava vazia até chegar uma carrinha de distribuição de refeições quentes. Aproximaram-se, em silêncio, dezenas de pessoas que estavam "invisíveis". Percebia-se alguma vergonha, várias traziam crianças pela mão e estavam longe de aparentar aquela circunstância (e diga-se o que se quiser das aparências). Percebia-se a "f (...)

há, como sempre, alternativas

10.12.13
        "Não há alternativas" é o discurso dos ultraliberais, mas também dos sociais-democratas e socialistas que, acima de tudo, aspiram aos elevadores da oligarquia em detrimento do exercício político que os aproxime do que dizem professar. Só a conta-gotas é que alguns deserdados das ideologias descritas se vêem afastados das benesses ilimitadas e atirados para o lado mais fraco da luta de classes. Só quando chegam aí, e ainda são poucos, é que acordam.   Joseph Stiglitz (...)