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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

dos equívocos e do racionalismo

21.04.13
        A última semana ficou marcada pelo inacreditável erro em Excel que já empurrou milhões de pessoas para o desemprego. A tese, de 2010, que afirmava que acima dos 90% de dívida pública a recessão económica seria "irrefutável" prevaleceu como modelo matemático único e em Portugal também.   Sem sequer trazer para a discussão o espectro da corrupção que parece dominar o mundo financeiro, podemos considerar uma espécie de confronto entre racionalistas e empiristas.   (...)

pagar para trabalhar

11.03.13
        "Pagar para trabalhar" é o título de um texto interessante que li no Público de Domingo e que encontrei no facebook na página de um dos autores.   MANUEL JOÃO RAMOS E RUI ZINK Público, Domingo 10 Março 2013      "Tiago regressa cansado a casa dos avós mas com um sorriso no rosto. É o seu primeiro dia de trabalho em muitos meses. Sentado no colchão de praia que lhe serve de cama desde que os pais devolveram a casa ao banco, sonha já em alugar (...)

do retrocesso

01.03.13
          Nos últimos dias surgiram os primeiros ecos do retrocesso no sucesso escolar com o aumento de classificações negativas no 12º ano. Se é evidente que estes dados são insuficientes para uma conclusão, é natural que os números do insucesso e abandono escolares comecem a subir; desgraçadamente, acompanharão os do desemprego (...)

da cartilha

12.01.13
                O "expresso da meia-noite" da SICN, ontem à noite, teve quatro comentadores dominados pela cartilha da revolução ideológica em curso. Apenas um tergiversou e mesmo assim timidamente. O sistema escolar é escolhido, no lugar cimeiro, para os cortes. Há uma terraplenagem indecente sobre os 10000 professores despedidos no último verão. O maior (...)

é uma festa

24.11.12
      A banca andou anos a fio em ambiente de "festa brava" e o país entrou em bancarrota. É esta a verdade cruel dos números.    Depois da sucessão de relatórios e de execuções orçamentais, e com todo o respeito por quem está no desemprego, recebe pensões de miséria ou passa fome, já ninguém duvida de que os professores foram os escolhidos. Não apenas por serem muitos, mas por razões ideológicas e porque os fortes interesses instalados assim o exigem. Mesmo na (...)