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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

do pano verde e do desplante dos "cofres cheios"

12.05.16
        Não é recente a sensação de que o país mergulhou no pano verde. O caso GES, mais propriamente BES e empresas de saúde e seguros, explica como os valores fundamentais da comunidade ficaram expostos ao casino puro e duro. Os estados licenciaram privados com base em três pressupostos: geriam melhor, faziam mais com menos e garantiam uma superioridade ética.   A exemplo dos negócios da água ou da luz, os denominados "sempre a facturar", a questão obedecia a um (...)

das últimas do Panamá Leaks?

17.04.16
      Sem a crise do subprime, Ricardo Salgado ainda seria o DDT e José Sócrates PR ou coisa do género. É óbvio que havia corrupção antes de 2007. É exactamente por causa disso que se impõe uma interrogação: e os outros? Os anteriores, os contemporâneos e por aí fora?    

salvem-se os banqueiros?

12.01.16
        Sucedem-se as quedas bancárias e os banqueiros sofrem uma erosão na imagem pública inferior aos decisores políticos; no mínimo, menos definitiva. E porquê? Há, desde logo, toda uma moralidade dos limites do mercado por repensar numa fase em que é tal o prestígio e o poder da sua razão de existir, que torna minoritário o discurso político não vazio e capaz de provocar qualquer mudança.   Nem o estrondoso fracasso dos mercados financeiros em 2008 reduziu a aura de (...)

do pano verde

12.04.15
        Não é recente a sensação de que o país está no pano verde. O caso GES, mais propriamente o BES e as empresas da saúde e dos seguros, deixaram valores fundamentais da comunidade à mercê do casino puro e duro. E convenhamos: os estados licenciaram os privados com base em três pressupostos: geriam melhor, faziam mais com menos e garantiam uma superioridade ética.   A exemplo dos negócios da água ou da luz, os denominados "sempre a facturar", a questão obedecia (...)

confiar? Só confiamos no BES

09.04.15
        Só num país que despreza o seu sistema escolar é que um ministro se atreve a terraplenar (Crato nem testou, tal o grau de inflamação) décadas de serviço público sem que haja um qualquer "calma aí" por parte dos poderes democráticos. É que até as opiniões, públicas e publicadas, aplaudiram a sucessão de "reformistas" no que levamos de milénio. Confiar na escola pública? Só confiamos no BES.

"É um bocadinho amadorismo para quem ganhou tantos prémios"

27.02.15
      Mais uma vez a deputada Mariana Mortágua é incisiva no caso BES. Desta vez foi com Zeinal Bava que até demonstrou uma boa capacidade de encaixe ao ser confrontado com o "é um bocadinho amadorismo para quem ganhou tantos prémios". Mas é merecida a observação da deputada. Estamos todos cansados da "arrogância" das organizações que espremidas não passam do mais datado funcionalismo do século passado e, neste caso, com sérios prejuízos para o etário público. (...)

do caso sócrates e dos excessos de soares

07.02.15
        Como há tempos escrevi, é inaceitável que Mário Soares avise um juiz para ter cuidado. Mas o que é que levará Mário Soares a mais um excesso?   O fundador do PS conhece muito bem o sistema e sabe como se financiaram durante décadas os aparelhos dos partidos e as campanhas eleitorais. Se olharmos para o rol de comprovada corrupção (só faltam mesmo os meios judiciais para que mais casos conhecessem a luz pelas grades), vemos as cortes de Soares e de Cavaco (com o CDS (...)