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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

carta aberta de um estudante grego

23.05.13
    Tradução de José Luiz Ferreira (de Echte Democratie Jetzt)           Aos meus professores… e aos outros: O meu nome é K. M., sou aluno do último ano num liceu em Drapetsona, Pireu. Decidi escrever este texto porque quero exprimir a minha fúria, a minha revolta pelo atrevimento e pela hipocrisia daqueles que nos governam e daqueles jornalistas e media mainstream que os ajudam a pôr (...)

carta aberta ao primeiro-ministro

11.09.12
      Encontrei-a aqui.     Exmo. Senhor Primeiro Ministro. Hesitei muito em dirigir-lhe estas palavras, que mais não dão do que uma pálida ideia da onda de indignação que varre o país, de norte a sul, e de leste a oeste. Além do mais, não é meu costume nem vocação escrever coisas de cariz político, mais me inclinando para o (...)

carta aberta - indignação de uma encarregada de educação

25.06.12
    Apesar de já existirem exemplos suficientes para atestarem que o modelo de gestão escolar só funcionaria numa sociedade civil forte, o que não é o caso da nossa, e que transporta para dentro das instituições escolares o pior da política partidária local, tenho ideia que os próximos tempos vão evidenciar de forma dilacerante o estado de sítio em que se encontra a gestão escolar pública.   Recebi por email a seguinte carta, que, para além da autorização de (...)

carta aberta ao ministro da educação

29.05.12
    Recebi por email, e com pedido de publicação, a seguinte carta das CNAPEF e SPEF (organizações dos professores de educação física) a propósito das matrizes curriculares:   “Exmo. Sr. Ministro da Educação e Ciência, Prof. Dr. Nuno Crato, Foi com profunda indignação e total discordância que a comunidade da Educação Física (EF) se confrontou, no passado dia 25 de maio de 2012, com o teor da matriz curricular para implementar no ano letivo 2012/13, (...)

como foi isto possível?

18.03.12
    Recebido por email.     "Carta a professores, alunos, pais, governantes, cidadãos e quaisquer outros que possam sentir-se tocados e identificados.   As reformas na educação estão na boca do mundo há mais anos do que os que conseguimos recordar, chegando ao ponto de nem sabermos como começaram nem de onde vieram. Confessando, sou apenas uma das que passou das aulas de uma hora para as aulas de noventa minutos e achei aquilo um disparate total. Tirava-nos intervalos, (...)