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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

Não há alternativas?

12.10.13
          "Não há alternativas", é o discurso naturalmente vigente nos ultraliberais, mas também nos sociais-democratas e socialistas que, acima de tudo, aspirem aos salões do poder e aos elevadores da oligarquia em detrimento do exercício político que os aproxime do que dizem professar. Só a conta-gotas é que alguns deserdados das ideologias descritas se vêem afastados das benesses ilimitadas e atirados para o lado mais fraco da luta de classes. Só quando chegam aí, e (...)

da génese e do fim da história

12.01.13
          Vi anteontem um debate sobre o relatório do FMI em que Viriato Soromenho Marques desmontou com clareza a revolução ideológica em curso e deslocou a discussão para a questão central: a banca e a hegemonia ideológica que tem dominado a Europa. Maria João Rodrigues, ex-ministra de um Governo socialista e com presença constante nas instâncias europeias, considerou como principal problema português a ausência de modelos de avaliação meritocrática com uma (...)

desgoverno equilibrado

10.03.12
      Os dois blocos que têm governado na democracia portuguesa recordam-me a guerra fria. É até interessante verificar que a queda do muro de Berlim ocorreu mais ou menos na mesma altura em que os alternativos da nossa democracia já tinham um currículo de más práticas que permitia a ameaça mútua de denúncia como forma de sobrevivência e de controle da Justiça. É (...)

latitudes

10.02.12
    Quem esteve atento às políticas da Educação, percebeu que houve um debate interno no PSD que se resumiu assim: um grupo que desenhou a continuidade das más políticas do PS e que podemos classificar de ultraliberal ou de testa de ferro da privatização de lucros e um outro que construiu o seu discurso na contestação às políticas dos últimos anos e que se disse defensor de um clima de confiança nos professores e de recuperação do poder democrática da escola.   Digamo (...)

da blogosfera - arrastão

23.11.11
    2008 foi a oportunidade da esquerda. Demitiu-se e perdeu.    "(...)É verdade que o governo socialista espanhol é o 10º a cair na Europa. Mas tem sido a direita a ganhar no deve e haver eleitoral. E, se, há três anos, me dissessem que a direita seria quem iria tomar as rédeas do poder na Europa para nos fazer "sair da crise" e que teríamos homens da Goldman Sachs espalhados por governos e instituições (...)

se eles dizem

23.04.11
    Não sei se é da vergonha com a presença da troika, mas as nossas "elites" têm andado um bocado desvairadas. O candidato ao lugar supremo da monarquia e um ex-presidente que exerceu o cargo que nem um monarca, apareceram hoje em jornais de referência a tranquilizar a população e a darem uma mãozinha a dirigentes oriundos do PSD. Se no primeiro caso podemos acreditar na autenticidade de quem se esforça por demonstrar que a nossa agricultura biológica tem futuro, no segundo (...)