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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

do fim presidencial de Cavaco Silva

09.03.16
        Se existissem blogues em 1996, teria escolhido um título para o post que significasse alívio com o fim de Cavaco Silva como chefe de Governo. Para confirmar a sensação, basta olhar para o percurso da maioria dos políticos que o acompanhavam. Dez anos depois disso, Cavaco Silva candidatou-se a PR e fez dois mandatos com a promessa primeira de serenidade financeira. Vá lá compreender-se a memória eleitoral.   Sabemos dos poderes presidenciais e da impossibilidade de (...)

contas com ram

16.02.16
      Foi no "país de tanga" de Barroso (2002) que os funcionários públicos (700 mil na administração central) receberam a classificação "culpados pelo despesismo" com os professores (mais de 175 mil) na primeira linha por serem muitos. Em 2007, e estou à vontade para o recordar, Sócrates apresentava, quase com o mesmo número de professores, três indicadores: dívida de 67% do PIB, défice inferior a 3% (2.8% ou menos em cumprimento das regras europeias) e um crescimento de (...)

Legisla-se muito e mal e nada muda

03.11.15
      Em Portugal legisla-se muito e mal e o sistema escolar evidencia-se por causa da desconfiança nos professores. Não há país do euro que avalie, e pegando num exemplo muito caro aos justiceiros lusitanos, o exercício dos professores com pontos e quotas. Na maioria, nem sequer há avaliação. Existem, numa minoria, inspecções que validam o exercício. Por cá continua em vigor um desmiolo que vive em silêncio porque as carreiras congelaram. Para além disso, qualquer (...)

Dos cúmulos: Crato em modo eleitoral

18.08.15
      É risível o "regresso", nesta altura, da Parque Escolar.SA. O montão de euros é decidido por Bruxelas, a exemplo do que aconteceu com Sócrates na desorientação europeia no pós-crise-do-subprime. As culturas pato-bravistas, partidocratas e bancocratas aceleraram a bancarrota. Depois de tudo o que se disse na campanha eleitoral anterior sobre as obras escolares, é um momento alto do ridículo que um ministro falhado, e há muito demissionário, se preste a este papel. (...)

portugal tem exemplos gritantes de improdutividade

21.07.15
        Não há país do euro, e julgo que nem da União, que avalie o exercício dos professores com pontos e percentis (quotas). Na maioria nem sequer há avaliação, havendo quem pratique as inspecções pedagógicas que validam, ou não, a continuidade do exercício.   Em Portugal continua em vigor um desmiolo que pontua com percentis e com base em relatórios de três páginas. Há mais umas coisas insanas que não "estalam" porque as progressões na carreira estão (...)