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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

os professores e a avaliação do desempenho

18.06.18
      Dizia-me alguém bem informado sobre avaliação do desempenho (mais ou menos assim, claro): "Era interessante uma discussão pública sobre a avaliação nas diversas carreiras (privado também). Ainda concluíamos que, e considerando a natureza das profissionalidades, que a avaliação do desempenho dos professores é das mais exigentes".

Iniciativa de cidadãos ultrapassou as 20.000 assinaturas

17.06.18
      A iniciativa legislativa de cidadãos ultrapassou as 20.000 assinaturas (20254...) e o parlamento, devidamente escrutinado, posicionar-se-á em relação ao tempo de serviço dos professores. Foi um acto importante que traduziu a saturação dos professores. A exigência nos procedimentos de assinatura reforçou o significado. Não é a primeira vez que, na última década e meia, acontece um fenómeno semelhante: o limite da tolerância ultrapassa governos, oposições e (...)

ao cuidado da massa associativa do PS

10.06.18
      ""Chumba" em avaliação polémica. Dos 289 docentes avaliados(...)6 tiveram inadequado(...)uma das inadequadas, queixou-se do esforço e dispêndio de tempo que este sistema obriga(...)Não preenchi a plataforma. Quem as desenhou, colocando nos docentes o ónus do seu preenchimento, não pensou no tempo de trabalho despendido(...)defende que a avaliação não pode transformar-se num processo burocrático(...)uma das críticas mais ouvidas em 2008 prendeu-se com a carga (...)

Governo exclui professores

05.06.18
      O Governo argumenta com a avaliação para eliminar tempo de serviço (o ministro da educação recuperou o discurso das finanças, SE do emprego público, de Outubro de 2017). É inaceitável. São razões financeiras e ponto final. Se não existe financiamento, não se aplique a supressão apenas aos professores e negoceie-se. É difícil? Nunca ouvi dizer que a democracia não é exigente. O Governo diz que exclui por causa dos pontos. Diz o Governo que nas outras carreiras (...)

dos sinais e dos extremos escolares

16.03.18
      Por vezes, é necessário um caso dramático para que as consciências acordem. Recordo-me muitas vezes do caso France Telecom: só ao 35º suicídio é que se decretou o fim do modelo kafkiano de avaliação do desempenho.  Com as devidas distâncias, há sinais preocupantes no sistema escolar português e não apenas na avaliação dos professores ou doutros profissionais. Dá ideia que apenas um caso extremo parará os "teóricos da selva". O drama não é apenas para (...)