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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

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marcha da indignação, agora sim

08.03.11

 

 

Estive o dia todo fora da rede. Quando ontem programei o post para comemorar o terceiro ano da inesquecível manifestação de 8 de Marco de 2008, fiz um link para a marcha da razão que se realizou a 8 de Novembro do mesmo ano. Peço desculpa pelo erro. No meio de cerca de 4000 posts, e já com tanta manifestação relatada, devo estar perdoado. Todavia, é bom recordar que, e apesar de se julgar impossível, o 8 de Novembro superou o 8 de Março. Nomeei a manifestação do dia 8 de Março de 2008 como "Marcha da indignação" e o título do post ficou "Mais de 100 mil professores em rede"; está aqui. Os títulos e as nomeações foram bem pesadas. Que me desculpem os mais cépticos, mas acredito que é possível renovar a esperança.

6 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Cristina Ribas

    08.03.11

    Sindicalista, a par com todo o apoio que dei, tenho sido uma pessoa bastante crítica da actuação dos sindicatos, sobretudo a nível da assinatura do acordo de princípios e da não marcação da manifestação de Setembro, (convocada por Mário nogueira na manifestação de Maio), exactamente a pensar na união da classe, da união consciente e efectiva e não do vai atrás acrítico.

    Se queremos uma classe unida temos que a representar efectivamente e temos que contar com todos e ouvir todos. Os sindicatos têm uma responsabilidade redobrada - é que, ao contrário do que se possa pensar, não é por serem eles o rosto da classe que podem decidir "pela sua cabeça", muito pelo contrário, têm o dever de escutar muito...

    Todos de alguma forma somos responsáveis pela aniquilação da luta há um ano, porque já em outras alturas a classe avançou independentemente dos sindicatos mas isso não tira responsabilidade nenhuma à gravidade que representou o acordo de princípios numa altura em que toda a classe esperava apenas um sinal para voltar a "estar lá".

    No sábado lá estarei porque a união na luta está acima de tudo mas não contem com uma postura acrítica porque nesse dia terei deixado de lutar!

    A esta postura eu não chamo divisionismo mas consistência!

    Um abraço e até sábado
  • Sem imagem de perfil

    não_voto_cavaco

    09.03.11

    Temos de falar de TODOS os sindicatos e não só de alguns. Que se saiba os sindicatos cavaquistas já saíram da plataforma e negoceiam os aberrantes números das cotas...
  • Sem imagem de perfil

    Cristina Ribas

    09.03.11

    Até agora temos tido uma situação de plataforma embora nem todos os sindicatos tenham assinado o acordo de princípios (mas esses não tiveram expressão nas decisões, embora tenham todo o meu apoio na opção que tomaram), por isso faz sentido falar em sindicatos. A partir de agora é que a situação pode ser diferente.

    Quando a Fne se demarcou da plataforma, disse que era bom que isso acontecesse se fosse para imprimir um rumo claro à luta, rumo à conquista do que sempre foi e continua a ser fundamental. (não me esquecendo porém que há uns anos atrás roeu a corda depois de uma situação em que muitos professores vieram para a rua).

    Quando começou a demarcar-se da ADD e valorizou mais o concurso de professores, também disse que assim não valia a pena e que se era para isso não valia a pena ter-se demarcado.

    Não me interessa se os sindicatos são cavaquistas ou comunistas ou seja lá o que for, interessa-me o que fazem pela educação e até agora o resultado do seu trabalho não tem sido brilhante. Cá estou para dar o meu contributo e continuar o que considero ser fundamental - a união da classe, com vista à intransigência em questões que são básicas para a "saúde" da educação. Se os movimentos independentes pudessem ter mais espaço na nossa luta, em união com os sindicatos e com toda a classe, claro está, seria um passo importante.
  • Viva Cristina.

    A união seria fundamental, mas não está nada fácil. Vamos ver.

    Bom dia e força aí.

    Abraço.
  • Sem imagem de perfil

    Cristina Ribas

    09.03.11

    Olá Paulo!

    Concordo.
    Mas continuemos em direcção àquilo que achamos estar bem. Acredito que mais tarde ou mais cedo, havemos de conseguir.


    Beijinhos
    Cristina
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    CorretorMais

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