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Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

Correntes

da pedagogia e em busca do pensamento livre

tarjas

01.03.11

 

 

 

Em plena crise financeira, os sindicatos de professores continuam a inundar as escolas com cartazes a cores, em papel caríssimo e em triplicado. Talvez fosse boa ideia reduzir o custo individual da quotização.

 

As tarjas também regressaram. É discutível o efeito que terão nos alunos e nos encarregados de Educação as frases verdadeiras que se podem ler. Uma coisa é certa: ao ponto que isto chegou. Um miúdo vai para as aulas a pensar que o seu professor se calhar vai ser despedido.

 

 

2 comentários

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    Paulo G. Trilho Prudencio

    01.03.11

    É Francisco. Continuo sócio do SPGL. A crítica aos despesismo é recorrente nas salas de professores. Chega a ser chocante para quem sabe o preço destas coisas. É muito desperdício, realmente. Há muitas outras formas de fazer chegar a informação. A repetição de cartazes caríssimos na mesma escola (em placards e espalhados nas mesas) faz lembrar aqueles saldos das lojas caras em dentro de uns caixotes ou pelo chão abundam peças de roupa a 200 e a 300 euros.

    Abraço.
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