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Correntes

em busca do pensamento livre

Correntes

em busca do pensamento livre

nascer outra vez

25.01.11

 

 

 

Essa coisa maravilhosa que seria nascer de novo celebrizou-se nas últimas presidenciais.

 

Um professor que tivesse, em 2008, viajado para um sítio desligado da rede mediática e agora regressasse, ficava completamente baralhado e teria a sensação de nascer de novo.

 

As escolas particulares, que não se cansavam de elogiar o governo e de criticar os professores do público por andarem em manifestações, estão viradas do avesso e nem os seus alunos são poupados a uma saga de vale tudo até fechar escolas por tempo indeterminado.

 

Por outro lado, nas escolas públicas a situação é de uma passividade desconcertante. O modelo de avaliação é o mesmo e o de gestão, sem democracia, sobrevive. Há uma agravante: os professores viram os salários cortados e são apontados como um exemplo de sacrifício. Como respondem os sindicatos? Com imensas minutas nas secretarias das escolas. Os maus burocratas é assim que se entendem e que chegam a acordo.

 

O tal professor voltaria decerto para onde estava.

2 comentários

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    Paulo G. Trilho Prudencio

    25.01.11

    Viva Maria Fernanda.

    Tem razão. Há uma grande confusão nessa matéria. Sabe-se que na maioria das escolas particulares os professores requerem uma massa salarial inferior: são menos graduados na carreira, leccionam mais aulas e por aí fora. Mesmo que o financiamento seja semelhante ao das escolas públicas (O ME diz que não e tem os números todos; diz que o das escolas públicas é inferir), existe a possibilidade da privatização de lucros por parte das direcções. Por outro lado, os professores das escolas particulares são pagos pelo estado e não se conhecem os critérios que existem para a sua contratação (os que se conhecem são muito maus).

    Há ainda outro aspecto legal. Estas escolas só devem existir onde a rede pública não chegou. E isso está muito longe de ser assim. Nos últimos anos foi um incumprimento consecutivo.


    Três
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